Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Os comunistas contra a Democracia

Os comunistas continuam a lutar sistematicamente contra a democracia.

O Governo teve até agora 909431 votos, 27,71 por cento do eleitorado;
O PC teve 415030 votos (menos de metade dos votos do Governo) e 12,67 por cento do eleitorado (um terço da percentagem de votos no Governo).

Conclusão do PC: a vontade de quase um milhão de pessoas que votaram a favor do Governo não conta para nada quando cerca de 400 mil pessoas (metade do total das pessoas que votaram apoio ao Governo) votaram a favor do PC e contra o Governo.

Isto sim, isto é democracia – o que conta é a vanguarda da classe operária (?).
Qual maioria, qual carapuça – como diria o ícon comunista Álvaro Cunhal após as primeiras eleições livres no nosso País, em Portugal jamais teremos um sistema parlamentar porque os resultados eleitorais não contam para nada - o que conta é a legitimidade revolucionária.

A extrema direita francesa, dirigida por Marine Le Pen, está interpretar estas eleições europeias tal e qual o PC português, dirigido por Jerónimo de Sousa.
É a velha convergência das forças totalitárias que, já nos tempos antigos, esteve na base do Pacto (como os comunistas gostam ainda hoje da palavra Pacto!) de não agressão assinado há cerca de 75 anos pelos nacionais socialistas de Adolf Hitler e os socialistas soviéticos de José Staline, ou seja, entre os nazis e os comunistas.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

PS contra vozes esganiçadas


António Seguro, Francisco Assis e os outros socialistas puxados pela TVI da Dona Constança criticam severamente a candidatura do PSD/CDS porque Manuel Alegre acha que o Dr. Paulo Rangel tem a voz «esganiçada».
Isto sim, isto é Cultura, isto é Política … assim vale a pena o Socialismo Real!
Finalmente, o ícon socialista, Manuel Alegre, veio dar a «adequada qualidade» ao debate eleitoral acerca da Europa … ainda antes de arrancar para os Alpes onde vai conduzir o grande combate ao fascismo europeu e travar as perseguições fascistas aos Judeus europeus.

terça-feira, 20 de maio de 2014

PS apoia Judeus na Europa ... com cem anos de atraso!

António José Seguro diz que a coligação PSD/CDS não tem ideias para a Europa.
Os socialistas ora dizem que a coligação PSD/CDS é excessivamente pró Europa ora dizem que não é nada pró Europa.
Mas António José Seguro está cheio de ideias para a Europa – ele e o grande socialista Manuel Alegre.
Por exemplo, os socialistas acham que:
- o que a Europa precisa é de um novo governo em Portugal, de um governo socialista para levar o País novamente para a bancarrota;
- o que a Europa precisa também é de derrubar a coligação conservadores/socialistas (os parceiros do PS no Parlamento Europeu) que forma o governo alemão;
- e, sobretudo, o que a Europa precisa é de determinar e executar um enorme programa de defesa dos judeus e de luta contra o fascismo, o actual principal inimigo da democracia, da consolidação da União Europeia, do Estado de Israel e dos judeus.
Os judeus estão muito gratos aos socialistas e, em particular, a Manuel Alegre, Francisco Assis e António José Seguro – não obstante não perceberem as razões desta emergência política e acharem que estes socialistas estão cerca de cem anos retardados!
Mas enfim, vindo dos socialistas portugueses tudo é possível … até o anúncio de bancarrota de Portugal e de pedido de socorro à troica!

domingo, 18 de maio de 2014

A baralhação do PS

E de repente, eis que me entra em casa, através da tv, naturalmente, o antigo Presidente da República, Jorge Sampaio.
Jorge Sampaio é o famoso socialista que, enquanto Presidente da República, dissolveu a Assembleia da República e, por essa via, demitiu um governo de coligação PSD/CDS que gozava do apoio parlamentar de uma maioria absoluta.
Depois do derrube da ditadura comunista, jamais se tinha visto tamanho golpe contra a democracia – um autêntico golpe de Estado!
Mais tarde, regresso à tv e ouço o candidato socialista, Francisco Assis, a berrar que estas eleições vão provocar a mudança e que António José Seguro será o próximo Primeiro Ministro de Portugal.
Pouco tempo depois, aparece-me António José Seguro a dizer que o PS está a apresentar um programa de Governo, que está pronto para assumir as responsabilidades e que Portugal precisa e vai ter um novo governo.
Este é o sentimento que levou os dirigentes do PS àquela convenção socialista, segundo António José Seguro.
António José Seguro anuncia um programa de “reindustrialização 4.0” (não sei se com turbo) e uma aposta no mar … e eu tenho pena dele, coitado; ora bolas, agora é tarde; pelos vistos, se José Sócrates tivesse ouvido António José Seguro jamais Portugal teria caído na bancarrota!
E de Europa, nada.
E eu pergunto-me: que raio de baralhação vai na cabeça dos socialistas que até pensam que a campanha eleitoral em curso é para mudar de governo e não para eleger deputados para o Parlamento Europeu?
Só se o PS já pensa que o Governo de Portugal é eleito em Strasburgo pelo Parlamento Europeu?!
E se calhar … se o PS lá chegasse?!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A Miragem das Grandes Vitórias e Derrotas Eleitorais

Têm-me impressionado muito as análises apresentadas pelos partidos políticos e comentadores acerca das eleições autárquicas.

Mostra-se uma clara tendência para tentar demonstrar que o Governo do dr. Pedro Passos Coelho sofreu uma humilhante derrota eleitoral e que deveria, em consequência, demitir-se.

O PS chama para si uma «Grande Vitória», o PCP acha já que o eleitorado «correu» com o Governo e até o BE vive momentos de heróica epopeia.

Todos decidiram que as eleições autárquicas são nacionais e têm de ter uma «leitura» nacional.

Acho bem, por isso analisemos as «coisas» em termos nacionais, isto é, em termos de apoio ao Governo/apoio das Oposições.

Apurados os resultados, e em relação às anteriores eleições homólogas de 2009, apura-se o seguinte:

• O PS (e suas coligações) perdeu 47 representantes eleitos;

• Os partidos apoiantes do governo (e suas coligações) ganharam 71 representantes eleitos;

• O PCP (e a sua coligação) ganhou apenas 24 representantes eleitos;

• O BE apenas perdeu 2 representantes eleitos;

• O PS (e suas coligações) perdeu 1,29 por cento de votos em termos de percentagem nacional;

• Os partidos apoiantes do governo (e suas coligações) perderam 1,23 por cento de votos em termos de percentagem nacional;

• O PCP (e a sua coligação) ganhou apenas 0,34 por cento de votos em termos de percentagem nacional;

• O BE perdeu apenas 0,67 votos em termos de percentagem nacional;

• O PS conseguiu o total de 1780281 votos;

• Os partido apoiantes do Governo (e suas coligações) conseguiram 1730464 votos;

• O PCP (e a sua coligação) teve só 535989 votos;

• O BE apenas obteve 116878 votos;

• A abstenção subiu apenas 6,37 por cento.

Em conclusão: se «isto» representa uma derrota monumental do Governo do dr. Pedro Passos Coelho, dá a impressão que a «montanha anda por aí a parir muitos ratos»; se «isto» significa uma vitória estrondosa do PCP, talvez seja verdade que os «porcos também sabem andar de bicicleta»; se «isto» é a grande epopeia do BE, então será mesmo verdade que «chovem flores no Terreiro do Paço ao pôr do sol»; se «isto» é a Grandiosa Vitória do PS e a Grande Viragem da política nacional … então é mesmo verdade que a «estrada da Beira é a mesma coisa que a beira da estrada».

O meu quadro dos resultados eleitorais, numa leitra nacional e com as consequências nacionais imputadas em relação ao governo, à sua hipotética «derrota» e natural eventual «demissão», é a seguinte:

REPRESENTANTES ELEITOS

                    2013      2009

PS               874         921

PSD+CDS  768          697

CDU           198         174

BE                 7             9



PERCENTAGEM NACIONAL

                      2013         2009

PS                 36,38         37,67

PSD+CDS    34,52         35,75

CDU            11,09         10,75

BE                 2,42           3,09

VOTOS EM 2013

PS                 1780281

PSD+CDS     1730464

CDU                535989

BE                   116878

ABSTENÇÃO

               2013          2009

              47,36         40,99

Nota: não incluo neste quadro os resultados do «independente» Rui Moreira do Porto (e sua coligação de empresários e militantes do PSD e do CDS) porque não sei se ele é do PSD ou do CDS nem sei se o deve integrar na categoria do «Comerciantes» ou de claque do Futebol Clube do Porto.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Catátrofe Final ... com o Governo PCP

Apelo final: se quer acabar com o euro e instituir como moeda oficial a «senha de racionamento», não hesite: vote no PCP!


Os resultados macroeconómicos das políticas e práticas do Governo do Partido Comunista não deixam quaisquer dúvidas quanto à extensão e compreensão da «catástrofe económica e social» que criou em menos de um ano, de Março de 1975 a Novembro de 1975.

Na sociedade criou múltiplas redes informais de «informação e denúncia» que vigiavam todos os cidadãos e se organizavam com vista à criação do apertado aparelho de um Estado policial e totalitário.

Na Agricultura, a devastação foi a que vimos.

Na Indústria, Comércio e Serviços, a destruição do «aparelho produtivo» e extinção das actividades tradicionais «intermediárias» entre a produção e a distribuição, como o comércio e os comerciantes «parasitários» e «sugadores das mais-valias do trabalho e da produção», pelo Governo do PCP, atingiu níveis de autêntica implusão total da economia gerando a maior crise económica, financeira e social de sempre.

Entre outros, foram estes os resultados da política comunista de eliminação do direito de propriedade privado, mediante a criação das grandes empresas públicas monopolistas, geridas sob o regime de controle da produção pelos trabalhadores, à custa das «nacionalizações» e da «reforma agrária» … e muita violência e intimidação.

• A inflação, em 1974/1979, subiu em média 19 por cento nos preços do produtor e subiu 24 por cento nos preços do consumidor.

• A taxa de desemprego, que era em 1973 de 1,83 por cento atingiu, após o governo do PCP, a taxa de 6,11 por cento e, na indústria, muitos sectores, como a construção naval, ferro e aço e metalurgia, por exemplo, nunca mais tiveram expressão em Portugal.

• A taxa de crescimento do PIB , que era 7,49 por cento até 1973, caiu depois de 1974 e até 1979 para os 3, 39 por cento.

• A dívida pública subiu dos 18,2 por cento do PIB em 1973 para 35,6 por cento do PIBem 1978.

• O défice público atingiu 10 por cento em 1979.

• Em resultado da acção governativa do PCP, em 1977 estavam esgotadas as reservas em moeda estrangeira existentes em 1973 e há muitos anos que não se vivia uma aflição com a balança de pagamentos como a que se veio a revelar em 1977.

• O défice das contas externas, em 1973, era 2,87 por cento do PIB tendo subido para 7,6 em 1976.

• Com o governo do PCP, a dívida pública externa de Portugal cresceu rapidamente atingindo 5,5 mil milhões, com a curiosa sigularidade de, em 1978, se ter revelado que, na acumulação desta dívida pública externa, a participação das empresas públicas monopolistas criadas pelos comunistas era de 37 por cento.

• A dívida pública externa era 4,95 por cento em 1973 mas, com as políticas do governo do PCP, ultrapassou todos os limites fixando-se nos 19,26 por cento no período de 1974/1979.

• A balança comercial, em 1973 era negativa e situava-se em -5,42 passando para 13,02 entre 1974 e 1979.

• Em resultado da acção governativa do PCP, o défice comercial cresceu significativamente em relação ao período anterior a 1974.

• De 7 por cento do PIB em 1973 o défice comercial subiu para 13,6 por cento do PIB em 1976.

• As importações subiram, dos 28,96 por cento em 1973, para 33,72 por cento no período de 1974/1979.

• Quanto às exportações, em infeliz contrapartida, baixaram de 23,54 por cento em 1973 para 20,70 por cento em 1974/1979.

• No sector da agricultura, as exportações agrícolas, em 1973, atingiram valores de 3,5 baixando para 2,5 em 1979.

• Quanto às importações de produtos agrícolas, aumentaram dos 11,5 registados em 1973 para os 13,1 em 1979.

Estes foram os resultados de menos de um ano do governo do PCP: um programa desmantelmento do comércio e de nacionalização total da indústria, transportes públicos, agricultura, banca e serviços, gerido segundo o método, falso e com efeitos de mera propaganda ideológica porque rigidamente centralizado, a que chamava de «controlo organizado da produção pelos trabalhadores» com vista ao que designava por «batalha da produção» - e o resultado foi uma autêntica proeza: a falência total da economia e das finanças nacionais e a desagregação da sociedade.

Foi pouco o tempo que durou o governo comunista porque o golpe de Estado que começou a executar foi derrotado em 25 de Novembro pelos militares e partidos democráticos e porque os titulares do Poder político passaram a ser escolhidos pelo voto popular – e jamais o PCP conseguiu ser escolhido pelo voto!

Mas a destruição das estruturas económicas do Estado e do sector privado foi, de facto, de alcance sem limites.

• Nacionalizou a Comunicação Social, fechou várias estações privadas de radiodifusão e «assaltou e ocupou» o Jornal República (do PS) e a Rário Renascença (da Igreja Católica) – nestes dois «casos» os comunistas acabaram derrotados pela rápida e forte reacção popular.

• Nacionalizou toda a banca e os seguros.

• Criou a empresa pública Tabaqueira, juntando nela três firmas privadas de produtores de tabaco ficando o Estado com o monopólio desta industria.

• Criou as empresas estatais Central de Cervejas e da Unicer juntando as diversas fábricas e distribuidoras de cerveja privadas existentes.

• No sector dos Transportes, criou a empresa pública Rodoviária, que juntou a nacionalização de noventa e três empresas privadas de camionagem.

• Nacionalizou os caminhos de ferro, Caminhos de Ferro Portugueses – CP.

• Nacionalizou a CARRIS.

• Nacionalizou a companhia áerea nacional, Transportes Aéreos Portugueses – TAP.

• Criou a empresa pública Cimpor que integrou as quarenta e sete fábricas privadas de cimento, controladas principalmente pelo grupo Champalimaud.

• No ferro, aço e construção naval, nacionalizou a Siderurgia Nacional, a Sorefame e a Lisnave que, hoje, praticamente não existem.

• Em matéria de químicos e fertilizantes, criou a empresa pública Quimigal, através do desmantelamento e da junção de cinco firmas privadas do grupo CUF.

• No sector da energia, criou a empresa pública Petróleos de Portugal – Petrogal através da junção de quatro outras grandes companhias privadas.

• Criou a empresa pública Electricidade de Portugal – EDP (monopólio de produção e distribuição) juntando quatorze empresas privadas de produção de energia eléctrica.

• Nacionalizou as principais empresas de pesca.

• Nacionalizou também importantes companhias privadas nas áreas do vidro, minas, pescas, e sectores agrícolas e mais outras 300 pequenas e médias empresas privadas que passaram para a gestão pública.

• Outras 700 empresas entram em auto-gestão, com 30.000 operários.

Em conclusão, através de nacionalizações, ocupações, esbulho e artifícios comerciais, o governo do PCP esteve à beira de consolidar um sistema político totalitário em Portugal e quase ia conseguindo extinguir o direito fundamental em qualquer sociedade livre que é o direito de propriedade privada.

Destruiu as empresas que mais trabalhadores empregavam: a metalomecânica Duarte Ferreira, a Siderurgia Nacional, a Metalúrgica de Oeiras, a Setenave, Lisnave e Parry and Son, o Grupo CUF, a Sorefame, J.Pimenta, Torralta, a Covina, todas as firmas de lanifícios da Covilhã, como a Ernesto Cruz e Lanofabril e a Empresa Transformadora de Lãs, etc.,etc., etc.

As políticas do governo do PCP tiveram este singelo efeito no atraso económico e social de Portugal e dos portugueses: A desestatização demorou duas décadas, os malefícios da "reforma agrária" demoraram um decénio a ser corrigidos.

E a recomposição plena do regime de propriedade privada – mediante reapropriação do capital e da gestão de empresas e pagamento de indemnizações – só foi regulada e efectivada no final dos anos 80.

Mas a ameaça de regressão persiste – e manter-se-á enquanto o PCP puder camuflar-se à sombra da Constituição da República Portuguesa e das interpretações, parcelares e indiferentes à «experiência comum da realidade actual», nomeadamente do Tribunal Constitucional.

domingo, 31 de março de 2013

A Caixa Geral de Depósitos está cheia de dinheiro

Quando é que o PS chama à competente comissão parlamentar a Administração da Caixa Geral de Depósitos?

É que parece que é preciso explicar a ausência de crédito às pequenas e médias empresas e o seu oposto que foi a abundância de crédito «dado» a José Berardo para estoirar o maior banco privado nacional e, muito em particular agora, o generoso empréstimo «dado» a Sócrates … só para realizar o seu velho «sonho de estudar filosofia em Paris»!

Ouvi dizer que a Confederação do Comércio está furiosa.

Se calhar, António José Seguro desapareceu para meditar sobre isto.

Mas, onde que ele estará?

Estava tão habituado a vê-lo todos os dias nas TV’s a repetir tudo o que dissera na véspera que até começo a ficar procupado.

Além do choque que foi saber que a Caixa Geral de Depósitos, afinal, tem os cofres tão cheios, o que é que lhe terá acontecido?

Fugiu do pântano em que os socialistas nos deixaram? Terá recebido resposta «à letra» dos seus novos correspondentes na União Europeia, Banco Central Europeu ou FMI? Medo da vingança do «fantasma aparecido» de Sócrates? Ou simplesmente terá caído em «retiro» para se recompôr do «trauma profundo» que o paralisou ao rever o jovem estudante de filosofia em França, José Socrates?

O estranho é que as Televisões, sempre tão ávidas por comentários dos líderes dos outros partidos acerca de tudo e nada, já nem perguntam por ele … só para sabermos «como» é que Seguro encara o regresso de Sócrates?!