LUIS MONTENEGRO
TODAS AS POLÍTICAS PÚBLICAS E REFORMAS
PARA A LIBERDADE E MAIS SALÁRIOS
REFORMA LABORAL AO SERVIÇO DAS PESSOAS
Luís Montenegro interveio nas jornadas parlamentares do PSD e fez um enquadramento de verdadeira esquerda libertadora de toda a actividade do Governo.
Ao serviço do homem, assim caracteriza todas as reformas, "transformações que estamos a fazer", e que Montenegro pretende prosseguir na área laboral.
Tudo para libertar o homem, dignificar as pessoas, "ao serviço do homem", da igualdade de oportunidades e da criação de condições para podermos pagar mais salário e aumentarmos os rendimentos.
De quem?
Montenegro responde: da pessoa!
Uma política social democrata, de esquerda libertadora, do homem e da igualdade de oportunidades.
Luís Montenegro falou assim das políticas aos serviço das pessoas:
"O nosso reformismo é um reformismo humanista e personalista. Posso dizer, a propósito das várias transformações que estamos a fazer no país, seja na saúde, seja na educação, seja na habitação, seja na fiscalidade, e uma reforma estrutural que está em concurso em Portugal, seja mesmo na dinâmica do mercado laboral.
Em todas estas áreas, nas outras também, mas nestas especificamente, há uma preocupação com a pessoa, há uma preocupação com a dimensão humana de cada um, a protecção daquilo que é fundamental, para que as pessoas sejam livres, que façam na vida aquilo que querem e há uma preocupação de que as políticas públicas se traduzam em qualidade de vida dos cidadãos individualmente considerados e, depois, nos seus núcleos familiares, núcleos profissionais, comunidades locais
Quando falamos de todas estas áreas estamos a falar de competitividade, de produtividade, estamos a falar em colocar ao serviço da pessoa aquilo que fazemos hoje melhor do que fizemos ontem. Ao serviço das pessoas.
Para garantir a igualdade de oportunidades, a dignificação do homem, da liberdade".
É neste espírito, de uma esquerda verdadeiramente libertadora do homem, que Montenegro integra a fundamental reforma laboral que visa tornar o país "mais competitivo", tornar o país "mais produtivo" ... para quê? Para "chegar às pessoas", para "continuar o caminho de valorização dos salários, para construirmos os alicerces para podermos "pagar melhores salários" e termos "melhores rendimentos", para "baixar mais os impostos sobre os rendimentos do trabalho", para podermos ter "uma sociedade mais livre" na consideração individual e na intervenção do Estado".
Liberdade do homem e igualdade de oportunidades, este é o projecto do Governo que o OS e a UGT, todos associados entre si e com o Chega de Ventura, querem sabotar e inviabilizar!






