Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?

quarta-feira, 11 de março de 2026

AO SERVIÇO DAS PESSOAS

 LUIS MONTENEGRO 

TODAS AS POLÍTICAS PÚBLICAS E REFORMAS

PARA A LIBERDADE E MAIS SALÁRIOS 

REFORMA LABORAL AO SERVIÇO DAS PESSOAS

Luís Montenegro interveio nas jornadas parlamentares do PSD e fez um enquadramento de verdadeira esquerda libertadora de toda a actividade do Governo.

Ao serviço do homem, assim caracteriza todas as reformas, "transformações que estamos a fazer", e que Montenegro pretende prosseguir na área laboral.

Tudo para libertar o homem, dignificar as pessoas, "ao serviço do homem", da igualdade de oportunidades e da criação de condições para podermos pagar mais salário e aumentarmos os rendimentos. 

De quem?

Montenegro responde: da pessoa!

Uma política social democrata, de esquerda libertadora, do homem e da igualdade de oportunidades. 

Luís Montenegro falou assim das políticas aos serviço das pessoas:

"O nosso reformismo é um reformismo humanista e personalista. Posso dizer, a propósito das várias transformações que estamos a fazer no país, seja na saúde, seja na educação, seja na habitação, seja na fiscalidade, e uma reforma estrutural que está em concurso em Portugal, seja mesmo na dinâmica do mercado laboral.

Em todas estas áreas, nas outras também, mas nestas especificamente, há uma preocupação com a pessoa, há uma preocupação com a dimensão humana de cada um, a protecção daquilo que é fundamental, para que as pessoas sejam livres, que façam na vida aquilo que querem e há uma preocupação de que as políticas públicas se traduzam em qualidade de vida dos cidadãos individualmente considerados e, depois, nos seus  núcleos familiares, núcleos profissionais, comunidades locais 

Quando falamos de todas estas áreas estamos a falar de competitividade, de produtividade, estamos a falar em colocar ao serviço da pessoa aquilo que fazemos hoje melhor do que fizemos ontem. Ao serviço das pessoas.

Para garantir a igualdade de oportunidades, a dignificação do homem, da liberdade".

É neste espírito, de uma esquerda verdadeiramente libertadora do homem, que Montenegro integra a fundamental reforma laboral que visa tornar o país "mais competitivo", tornar o país "mais produtivo" ... para quê? Para "chegar às pessoas", para "continuar o caminho de valorização dos salários, para construirmos os alicerces para podermos "pagar melhores salários" e termos "melhores rendimentos", para "baixar mais os impostos sobre os rendimentos do trabalho", para podermos ter "uma sociedade mais livre" na consideração individual e na intervenção do Estado".

Liberdade do homem e igualdade de oportunidades, este é o projecto do Governo que o OS e a UGT, todos associados entre si e com o Chega de Ventura, querem sabotar e inviabilizar!

A VERDADE DA GUERRA

 NA FILHOTA DO CORREIO DA MANHÃ (NOW)

A INFORMAÇÃO SOBRE AS GUERRAS

TVS FALHAM PONTARIA SOBRE A VERDADE

"Os bombardeamentos contra o Irão nos últimos onze dias já mataram mais de mil e trezentos civis, quase vinte mil prédios ficaram danificados no país depois de ataques israelitas e norte americanos. Entre os locais danificados estão hospitais, escolas e instalações de ajuda humanitária. Já o número de mortos nas ofensivas contra o Libano aumentou para os 570 na recente escalada dos ataques israelitas".

É assim que a Now, filhota do Correio da Manhã, informa sobre a guerra dos EUA e Israel contra o Irão e o Hezbollah.

Impressionante, como americanos e israelitas só atingem civis, hospitais e escolas, prédios de habitação. 

Já na guerra da coligação Ucrânia/Ocidente alargado, a Rússia só atacava escolas e creches, hospitais e civis! 

Quando é que americanos, israelitas e russos começam a atacar militares, quartéis e academias, fábricas de mísseis, drones e tanques?

Ou melhor. Quando é que as TVs cá de casa acertam a pontaria da sua informação para a neutralidade e objectivade, a verdade?

terça-feira, 10 de março de 2026

QUANTO VALE A UGT

 1 POR CENTO DOS TRABALHADORES

BLOQUEIA REFORMA LABORAL

A UGT representa 1 por cento dos trabalhadores. O PSD venceu as duas últimas eleições legislativas obtendo mais de 31 por cento de votos, mais de 2 milhões de votos.

O PSD apoia o Governo que apresentou no Conselho de Concertação Social uma proposta de reforma da legislação laboral de molde a tornar as relações de trabalho mais flexíveis e eficientes e com vista a aumentar a produtividade dos trabalhadores e das empresas.

O PSD apoia a reforma. 

A UGT, 1 por cento dos trabalhadores, bloqueia a reforma laboral só porque o PS (terceiro partido na AR) é contra as propostas do Governo.

SEGURO FALHA

 SEGURO COMEÇA MAL

PRESIDENTE NÃO COMUNICA POR TROMPETE


Não! 

António José Seguro começou da pior maneira o seu mandato de Presidente da República. 

Ordenar aos parceiros sociais membros do Conselho de Concertação Social, com tom altaneiro e lá do alto da serra, que regressassem à mesa das negociações foi despropositado, tentação autoritária e propósito de ingerir em áreas que não são da sua competência. 

Se acha que não tem poder executivo, deve tentar executar; se acha que o seu poder está na sua voz, então deve fazer-se ouvir discretamente, no local próprio, moderadamente em reunião no seu gabinete ou no próprio conselho de Concertação Social. 

A palavra do Presidente não se confunde com um trombone, trompete ou amplificação sonora. Assim, como actuou Seguro, a voz do Presidente perdeu a sua influência e não passa de uma gaita de foles na feira de gado!

sábado, 7 de março de 2026

PEDRO PASSOS COELHO

 UM HOMEM DE ESQUERDA 

A HERANÇA
DE PASSOS COELHO 

Será mesmo Passos Coelho essa a oposição ao Governo que as oposições direitolas e esquerdolas atiram aos ventos com a cumplicidade das TVs que sempre desprezaram e difamaram Pedro Passos Coelho?

Afinal, quem foi o social democrata, democrata de esquerda moderada habitualmente situado no centro esquerda, que resgatou os portugueses da humilhação de quebra total da sua soberania em que o PS os deixou?

Passos Coelho recebeu um Estado sem soberania, um Povo sem leme, endividado e com fome. Deixou um Estado digno, uma economia em crescimento, um Povo com esperança.

A SIC sempre esteve apostada na destruição de Pedro Passos Coelho, um activo político nacional que representava a Alternativa nacional ao socialismo e comunismo. 

Passos Coelho liderou a maior batalha política em Portugal contra a dependência externa e pela dignidade de Estado atirado para a lixeira pelo PS e seus parceiros como a SIC e a CNN. 

Absolutamente em sentido contrário à tentativa da SIC e dos partidos de inspiração socialista/comunista de o encostar à extrema direita ou ao conservadorismo da direita radical, Passos Coelho sempre foi um homem de esquerda, um social democrata com políticas sociais que muito desenvolveram o modo de vida dos mais desfavorecidos.

Mas, afinal, qual foi a herança de Passos Coelho?

O que nos legou o antigo líder social democrata?

• O MAIOR partido nacional;

• O MAIOR grupo parlamentar; 

• O partido de duas vitórias consecutivas em eleições legislativas;

• O partido que com 108 deputados travou a falência de Portugal provocada pelo PS resgatando Portugal e os portugueses; 

• O partido que, após o resgate, com 89 deputados, venceu a batalha contra o Mundo, a tentar recuperar a dignidade de Portugal, perdida após a aliança do PS com os comunistas; 

• O partido da independência nacional que resgatou Portugal da indigência para que fora atirado pelo PS, com o conhecido líder socialista Sócrates, o ora arguido de quem Costa foi o braço direito; 

• Um Partido Democrático e de Esquerda, da Liberdade com Responsabilidade e da Igualdade de Oportunidades para todos;

O PSD não é um apêndice de quem quer que seja, muito menos da extrema direita trauliteira ou do socialismo bacoco. Foi assim com Sá Carneiro e Cavaco Silva, Passos Coelho mostrou bem a sua natureza de antes partir que torcer e Luís Montenegro consolida esta inquebrantável força que desenvolve em Portugal o progresso e bem-estar do Povo. 

Passos Coelho é uma referência e um valor do PSD. E o seu regresso à política do terá um significado: corrigir a história e elevá-lo à suprema missão de voltar a liderar Portugal, desta vez na Presidência da República.

É isso que incomoda as SIC's destas tertúlias burguesas e de aparências!

sexta-feira, 6 de março de 2026

A POLÉMICA PASSOS COELHO

 

A GRANDE DECEPÇÃO 

DOS DIREITOLAS E ESQUERDOLAS 

PASSOS COELHO NÃO É CARANGUEJO

Anda por aí um broá mais espalhafatoso que as tempestades que destruiram a zona centro.

Os objetivos são o ataque ao governo e a intimidação do PSD; pretexto são as declarações de Pedro Passos Coelho e a alegada resposta de Luís Montenegro. 

Se a narrativa e seus criadores gozassem de um mínimo de credibilidade, o Governo estava já em processo de desarticulação e o PSD em vias de dissolução.

A tese destes direitolas, oportunisticamente aproveitada pelos esquerdolas cá do bairro, é que Passos Coelho teria decidido regressar à política e estaria a preparar a sua candidatura a líder do PSD. Ou, mais concretamente, a preparar a substituição de Montenegro no partido e no Governo.

Eles nem ouvem Passos Coelho a recordar que já "foi Primeiro Ministro", o que significará que as suas eventuais ambições políticas estariam muito acima. É eles nem querem lembrar-se que o antigo lider social democrata já foi presidentqe do PSD.

Obviamente que as ambições do Passos Coelho político só podem estar na Presidência da República. Porque há um princípio básico a este nível: ninguém regressa ao seu nível passado, quem anda para trás é caranguejo (nem chega a camarão).

Em suma, enormes decepções para os direitolas e esquerdolas cheios de saudades de um Passos Coelho que sempre sabotaram e difamaram e para as TVs que sempre o falsificaram ou ignoraram. Enorme estabilidade de um PSD que começará a preparar as próximas eleições presidenciais, agora com um candidato elegível, Pedo Passos Coelho. Com uma vantagem: contará com o apoio destes esquerdolas e direitolas e a amizade das TVs na eleição de Pedro Passos Coelho como Presidente da República!

segunda-feira, 2 de março de 2026

CNN FALSIFICA

 CNN FALSIFICA DECLARAÇÕES 

DE PEDRO PASSOS COELHO 

FALSO, MENTIRA, MANIPULAÇÃO!

A TV socialista, CNN, falsifica as declarações de Pedro Passos Coelho para concluir:

"CNN a olhar para a política nacional, marcada por um facto que pode mudar o futuro colectivo. Pedro Passos Coelho defende que o Governo devia ter feito um acordo de legislatura com o Chega e com a Iniciativa Liberal".

FALSO!

Passos Coelho nunca quis "mudar o futuro" nem "defendeu" o que quer que seja!

Pedro Passos Coelho nunca afirmou que o Governo devia ter feito um tal acordo de legislatura com o Chega e a IL.

Pensando e especulando sobre a situação política nacional, o antigo líder social democrata disse que o Governo "poderia" ter optado por uma solução mais estável que "pudesse ser negociada" na direita mas concluiu que "não sei se seria possível". Pedro Passos Coelho reforça as suas dúvidas sobre essa solução " mais estável" salientando que seria necessário "saber se essa maioria tem o mínimo de cimento ou não".

E Pedro Passos Coelho, depois de analisar que esse acordo na direita deveria ser procurado entre o Chega e a Iniciativa Liberal, pergunta: 

"É possível construir ou não um acordo de legislatura? Eu diria: só o tempo demonstraria se era possível ou não".

Passos Coelho nunca manifestou certezas sobre o acordo nem afirmou que essa solução seria a certa. Especulou, usou expressões como "poderia" e "pudesse", perguntou, declarou que era necessário "saber" e a única conclusão que obteve foi a seguinte: "só o tempo demonstraria se era possível ou não ".

Para que não subsistam dúvidas sobre a falsificação da CNN, aqui ficam as declarações de Pedro Passos Coelho, tal como as proferiu ao jornal ECO:

 “o Governo poderia ter optado por encontrar um quadro que pudesse ter a virtualidade de ser mais estável à partida. Não sei se seria possível, mas só quando tentamos é que sabemos. O que seria expectável é que esse quadro pudesse ser negociado dentro daquilo que chamamos a direita parlamentar, porque o país virou à direita e, portanto, claramente, há uma grande maioria no Parlamento à direita. Depois, é preciso saber se ela [a maioria] tem o mínimo de cimento ou não”. Passos admite que seria difícil, mas mesmo assim, deveria ter sido tentado. “Neste caso, ele teria de ser procurado entre o Chega e a Iniciativa Liberal. É possível construir ou não um acordo de legislatura? Eu diria: Só o tempo demonstraria se era possível ou não”.