UM HOMEM DE ESQUERDA
A HERANÇA
DE PASSOS COELHO
Será mesmo Passos Coelho essa a oposição ao Governo que as oposições direitolas e esquerdolas atiram aos ventos com a cumplicidade das TVs que sempre desprezaram e difamaram Pedro Passos Coelho?
Afinal, quem foi o social democrata, democrata de esquerda moderada habitualmente situado no centro esquerda, que resgatou os portugueses da humilhação de quebra total da sua soberania em que o PS os deixou?
Passos Coelho recebeu um Estado sem soberania, um Povo sem leme, endividado e com fome. Deixou um Estado digno, uma economia em crescimento, um Povo com esperança.
A SIC sempre esteve apostada na destruição de Pedro Passos Coelho, um activo político nacional que representava a Alternativa nacional ao socialismo e comunismo.
Passos Coelho liderou a maior batalha política em Portugal contra a dependência externa e pela dignidade de Estado atirado para a lixeira pelo PS e seus parceiros como a SIC e a CNN.
Absolutamente em sentido contrário à tentativa da SIC e dos partidos de inspiração socialista/comunista de o encostar à extrema direita ou ao conservadorismo da direita radical, Passos Coelho sempre foi um homem de esquerda, um social democrata com políticas sociais que muito desenvolveram o modo de vida dos mais desfavorecidos.
Mas, afinal, qual foi a herança de Passos Coelho?
O que nos legou o antigo líder social democrata?
• O MAIOR partido nacional;
• O MAIOR grupo parlamentar;
• O partido de duas vitórias consecutivas em eleições legislativas;
• O partido que com 108 deputados travou a falência de Portugal provocada pelo PS resgatando Portugal e os portugueses;
• O partido que, após o resgate, com 89 deputados, venceu a batalha contra o Mundo, a tentar recuperar a dignidade de Portugal, perdida após a aliança do PS com os comunistas;
• O partido da independência nacional que resgatou Portugal da indigência para que fora atirado pelo PS, com o conhecido líder socialista Sócrates, o ora arguido de quem Costa foi o braço direito;
• Um Partido Democrático e de Esquerda, da Liberdade com Responsabilidade e da Igualdade de Oportunidades para todos;
O PSD não é um apêndice de quem quer que seja, muito menos da extrema direita trauliteira ou do socialismo bacoco. Foi assim com Sá Carneiro e Cavaco Silva, Passos Coelho mostrou bem a sua natureza de antes partir que torcer e Luís Montenegro consolida esta inquebrantável força que desenvolve em Portugal o progresso e bem-estar do Povo.
Passos Coelho é uma referência e um valor do PSD. E o seu regresso à política do terá um significado: corrigir a história e elevá-lo à suprema missão de voltar a liderar Portugal, desta vez na Presidência da República.
É isso que incomoda as SIC's destas tertúlias burguesas e de aparências!

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