Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?

segunda-feira, 23 de março de 2026

REFORMA LABORAL

 UMA LEGISLAÇÃO MAIS FLEXÍVEL 

O GOVERNO QUER MAIS SALÁRIO

OS MESMOS DIREITOS DOS TRABALHADORES 

8 MESES DE NEGOCIAÇÃO 

E 50 REUNIÕES DE CONCERTAÇÃO 

28 NORMAS DOS SINDICATOS 

O Governo da AD tem provas dadas sobre o seu espírito reformista e intenção de transformar Portugal.

Neste momento, tem em curso de negociação quatro importantes reformas; reforma laboral, as migrações, a habitação e o fim do visto prévio do Tribunal de Contas.

Quanto à reforma laboral, há quem aponte falta de disponibilidade do Governo para negociar. A realidade é bem diferente e mostra uma predisposição sem precedentes para negociar.

Trinta e sete provas de diálogo persistente demonstram como o Governo tem honrado e promovido a negociação com os parceiros sociais interessados, as confederações patronais e a sindical, a UGT.

O que já se fez? A performance da negociação da reforma laboral é a seguinte:

- Acordos de valorização salarial de múltiplas carreiras da Administração Pública;

- oito meses de diálogo social;

- 50 reuniões de negociação;

- 76 normas consensualizadas, 28 das quais são da iniciativa directa dos sindicatos;

- a negociação prossegue e o Governo já pôs em cima da mesa um novo texto que é uma proposta nova, em respeito do espírito de concertação.

EM BREVE

DEPUTADOS DIRÃO 

Em breve, o Governo apresentará na Assembleia da República a sua proposta de reforma da legislação laboral. Caberá, então, aos deputados, decidir sobre que leis do trabalho querem para Portugal.

Legislação mais flexível? Promoção de maior liberdade do trabalhador, com mais salário e mais tempo de reserva para si próprio e a familia? Mais produção e mais produtividade? Mais atractividade e investimento da economia nacional? 

É possível ter uma legislação mais flexível sem ferir o essencial dos direitos dos trabalhadores.

0 Governo quer. 

Em breve, os deputados dirão também o que querem!

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