A impressão que me faz esta gente.
Os socialistas e seus amigos que dominam nos programas de TV e no mundo estranho dos comentaristas profissionais estão à beira da maior depressão de todos os tempos.
Dizem eles, chorosos e de ânimo perdido, que o PSD não tem salvação. Que não está estruturado, que não tem barões, que a baronesa já nem fala, que … , que …. , e que mais e muito pior!
E o pior, dizem eles, é que, assim, o governo fica sem oposição!
Mas não era isso que eles queriam?
Um ENGENHEIRO (Ah! Ah! Ah!) a andar por aí à vontade, sem pedras no caminho, arrogantemente a humilhar tudo e todos, heroicamente de processos disciplinares em punho a dar cabo do País e corajosamente a aldrabar este pobre e ingénuo povo?
Já nem sei para que lado cair: será que o PSD tem tantos amigos nos círculos próximos e dependentes do governo ou será que o governo tem tantos descontentes nas hostes que o apoiam?
Porque é que tantos, agora, querem um PSD «forte», cheio de luzidios barões, todo entusiasmado em fazer oposição?
Até Mário Soares, coitado, veio lamentar a «desgraça» que acha que aconteceu no PSD!
Esse mesmo, esse Mário Soares que o povo deitou para o lixo da política, que acabou sem fazer dinastia, que nem sequer deixou herdeiros …
Não terá espelhos lá em casa?
Como são tristes estes pobres «cavaleiros andantes» dos nossos tempos que nem as frustrações e os medos conseguem camuflar e muito menos sublimar!
Será que o PSD, de repente, se lhes tornou assim tão perigoso?
Eh! Eh! Eh! - vai ser bonito ver a rataria a escapulir-se por tudo quanto é buraco ... Ah! Ah! Ah!
Até quando?
... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?
domingo, 30 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
O PSD está farto e quer marcar golos
O PSD liderado por Marques Mendes é como a selecção nacional de rugby.
Faz uma bela figura e deixa uma imagem óptima de desportivismo e simpatia.
Mas não ganha jogo nenhum.
Para o rugby é o suficiente.
O problema é que o «público» do PSD é muito mais do que os familiares e amigos dos protagonistas ou os entusiastas nostálgicos da academia universitária.
O estádio do PSD é Portugal inteiro e o seu público é o Povo.
O povo rico, remediado e pobre, o frequentador de hoteis de cinco estrelas e de tabernas, que gosta de ópera, de fado e também do Quim Barreiros.
O público do PSD quer vitórias e vibra com golos.
Muitos golos ... na baliza adversária e, até, alguns na sua própria baliza.
Com Marques Mendes, o PSD fica-se pela bancada da gente «fina» que faz figura.
Não berra, não insulta o árbitro nem diz obscenidades, não fuma nem bebe, não suja as mãos, adora soufllé e creme de espargos.
É asséptico, incolor, insípido.
Pensa que faz figura, é certo.
Mas não marca golos nem vibra.
E expulsa da equipa quem marca golos, quem berra, quem protesta, quem incomoda o árbitro e enfrenta o adversário de igual para igual.
Parece que o PSD está farto de empates e de empatas bem falantes e falsos moralistas.
Quer golos e não mais derrotas humilhantes ou vitórias meramente morais.
E é por isso que talvez comece a «pontuar» já na próxima sexta-feira.
Faz uma bela figura e deixa uma imagem óptima de desportivismo e simpatia.
Mas não ganha jogo nenhum.
Para o rugby é o suficiente.
O problema é que o «público» do PSD é muito mais do que os familiares e amigos dos protagonistas ou os entusiastas nostálgicos da academia universitária.
O estádio do PSD é Portugal inteiro e o seu público é o Povo.
O povo rico, remediado e pobre, o frequentador de hoteis de cinco estrelas e de tabernas, que gosta de ópera, de fado e também do Quim Barreiros.
O público do PSD quer vitórias e vibra com golos.
Muitos golos ... na baliza adversária e, até, alguns na sua própria baliza.
Com Marques Mendes, o PSD fica-se pela bancada da gente «fina» que faz figura.
Não berra, não insulta o árbitro nem diz obscenidades, não fuma nem bebe, não suja as mãos, adora soufllé e creme de espargos.
É asséptico, incolor, insípido.
Pensa que faz figura, é certo.
Mas não marca golos nem vibra.
E expulsa da equipa quem marca golos, quem berra, quem protesta, quem incomoda o árbitro e enfrenta o adversário de igual para igual.
Parece que o PSD está farto de empates e de empatas bem falantes e falsos moralistas.
Quer golos e não mais derrotas humilhantes ou vitórias meramente morais.
E é por isso que talvez comece a «pontuar» já na próxima sexta-feira.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
E Marques Mendes continuará a servir ...
Marques Mendes tem uma enorme experiência da alta política.
Conhece bem os meandros, sabe como agradar para cima e conhece muito melhor todas as técnicas para passar ao largo das dificuldades.
Só as suas conveniências se sobrepõem às suas convicções.
E mesmo os seus mais fiéis não duvidam de que serão os primeiros a ser ignorados e esquecidos quando deixarem de lhe ser úteis ou se tornarem perturbadores da paz estabelecida.
É típico dos eternos «número dois».
Jamais deixarão de servir alguém. Alguém que represente Poder.
Marques Mendes é um dependente do poder.
E o poder que lhe parece conveniente está na Presidência da República, onde a conveniência manda que a potencial alternativa ao governo socialista se mantenha queda, titubeante e discreta.
Cavaco Silva, quando decidiu ser Presidente da República, percebeu que a concentração das atenções gerais em si próprio pressupunha o adormecimento e o esfrangalhamento do PSD.
Ora Marques Mendes sabe que Cavaco Silva quer um segundo mandato.
E a história repete-se.
Nenhuma instituição ou personalidade poderá dispersar as atenções gerais. E muito menos atraí-las.
É por isso que Marques Mendes jamais soltará o PSD, jamais o libertará para a acção política forte e mobilizadora, para uma oposição sistemática, atractiva e demolidora, para a reconquista da confiança dos eleitores.
Porque esse papel está reservado a Cavaco Silva e, como é conveniente, manter-se-á em banho-de-maria até ao momento próprio.
Importa, pois, entretanto, manter «tudo como está», isto é, preservar o pântano a que chamam estabilidade.
Porque Cavaco Silva não aceita partilhar o terreno. Detesta a competição e há-de querer aglutinar à sua volta toda a insatisfação e frustrações criadas pelas políticas socialistas.
Marques Mendes continuará a recusar organizar e exprimir a independência do partido e servirá Cavaco Silva … conservando o PSD, e a oposição potencialmente credível, no mesmo banho-de-maria.
Tudo em nome do segundo mandato!
Com as humilhações que se adivinham e o sacrifício do PSD.
Conhece bem os meandros, sabe como agradar para cima e conhece muito melhor todas as técnicas para passar ao largo das dificuldades.
Só as suas conveniências se sobrepõem às suas convicções.
E mesmo os seus mais fiéis não duvidam de que serão os primeiros a ser ignorados e esquecidos quando deixarem de lhe ser úteis ou se tornarem perturbadores da paz estabelecida.
É típico dos eternos «número dois».
Jamais deixarão de servir alguém. Alguém que represente Poder.
Marques Mendes é um dependente do poder.
E o poder que lhe parece conveniente está na Presidência da República, onde a conveniência manda que a potencial alternativa ao governo socialista se mantenha queda, titubeante e discreta.
Cavaco Silva, quando decidiu ser Presidente da República, percebeu que a concentração das atenções gerais em si próprio pressupunha o adormecimento e o esfrangalhamento do PSD.
Ora Marques Mendes sabe que Cavaco Silva quer um segundo mandato.
E a história repete-se.
Nenhuma instituição ou personalidade poderá dispersar as atenções gerais. E muito menos atraí-las.
É por isso que Marques Mendes jamais soltará o PSD, jamais o libertará para a acção política forte e mobilizadora, para uma oposição sistemática, atractiva e demolidora, para a reconquista da confiança dos eleitores.
Porque esse papel está reservado a Cavaco Silva e, como é conveniente, manter-se-á em banho-de-maria até ao momento próprio.
Importa, pois, entretanto, manter «tudo como está», isto é, preservar o pântano a que chamam estabilidade.
Porque Cavaco Silva não aceita partilhar o terreno. Detesta a competição e há-de querer aglutinar à sua volta toda a insatisfação e frustrações criadas pelas políticas socialistas.
Marques Mendes continuará a recusar organizar e exprimir a independência do partido e servirá Cavaco Silva … conservando o PSD, e a oposição potencialmente credível, no mesmo banho-de-maria.
Tudo em nome do segundo mandato!
Com as humilhações que se adivinham e o sacrifício do PSD.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
O caso Maddie ... Atenção aos Milhões!
Não tarda muito, a Polícia Judiciária vai poder trabalhar em paz no caso Maddie.
O gang Mccann anunciou que vai distribuir milhões pelos órgãos de comunicação social portugueses e espanhóis.
Na aparência, será o lançamento de uma campanha para encontrar a criança.
O que significa anúncios pagos e notícias pagas à linha ou ao minuto …
Mas os órgãos de comunicação social já perceberam a mensagem: o caso, o verdadeiro caso é para esquecer.
E, naturalmente, só entrará na campanha quem se portar bem … isto é, quem fizer como os McCann’s disserem!
Estou ansioso para ver a reviravolta … não na investigação, claro, mas na cobertura do caso!
Então o «Prós e Contra» não foi já o primeiro acto?
… Não há dúvida nenhuma: os ingleses sabem muito bem com quem lidam.
E sabem que nem sequer será preciso investir muito!
Às vezes, uma atençãozinha, um sorriso, um telefonema, um jantar, uma viagem … quem sabe, não chegará?
Já agora: onde é que andará a Sandra Felgueiras? Será que a jovem se entusiasmou tanto que se tornou perigosa?
O gang Mccann anunciou que vai distribuir milhões pelos órgãos de comunicação social portugueses e espanhóis.
Na aparência, será o lançamento de uma campanha para encontrar a criança.
O que significa anúncios pagos e notícias pagas à linha ou ao minuto …
Mas os órgãos de comunicação social já perceberam a mensagem: o caso, o verdadeiro caso é para esquecer.
E, naturalmente, só entrará na campanha quem se portar bem … isto é, quem fizer como os McCann’s disserem!
Estou ansioso para ver a reviravolta … não na investigação, claro, mas na cobertura do caso!
Então o «Prós e Contra» não foi já o primeiro acto?
… Não há dúvida nenhuma: os ingleses sabem muito bem com quem lidam.
E sabem que nem sequer será preciso investir muito!
Às vezes, uma atençãozinha, um sorriso, um telefonema, um jantar, uma viagem … quem sabe, não chegará?
Já agora: onde é que andará a Sandra Felgueiras? Será que a jovem se entusiasmou tanto que se tornou perigosa?
domingo, 16 de setembro de 2007
O Braga de Braga ... Ele é impagável!
Este Braga é a Figura, é a Alma, é a Imagem desta «coisa esquisita» que se esfalfa por aí fora a dizer que nos governa – e que até oferece computadores ao desbarato.Este mui ilustre e preclaro «homem do ENGENHEIRO (Ah! Ah! Ah!) responsável (?) pela Emigração» acaba de escrever no “Diário da República”: «Revogo o meu despacho de nomeação de Licínio Soares Bastos para o cargo de cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, Brasil, exarado a 16 de Maio de 2006 … ».
Ora, o curioso nisto tudo é, entre outras rábulas, esta novidade de nomear para cargo tão importante alguém que ele diz que não conhece?! E mais ainda, já agora: como é que agora diz que nomeou e andou um ano a espalhar sugestões do contrário, a dizer que só uma vez e no meio de muita gente é que vira o tal Licínio, o da máfia do bicho do Brasil.
Coisa estranha.
Só falta o Braga de Braga vir agora retirar a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique que, cerca de um ano antes das eleições de 2005, foi por sua indicação atribuida a Aníbal de Araújo, o candidato do PS pelo círculo Fora da Europa e que a polícia brasileira diz que é comparsa do Licínio nesta história da máfia!
Tudo bem, como diriam estes também amigos do Lello!
Alguém ainda hoje se admira por este não/tavez/sim governamental?
Eh! Eh! Eh! … a «coisa» está cada vez mais bonita!
Votaram neles, aguentem-se!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Maddie é para esquecer ... agora que está morta?
Quanto mais notícias são divulgadas com a indicação de que a menina inglesa Maddie foi assassinada e que os pais sempre «souberam» disso mais se intensificam as pressões junto da comunicação social e da opinião pública para que se «acabe com o ruído».
Coisa estranha.
É que o ponto de partida para esta nova estratégia foi um programa da RTP 1, em particular com o jornalista representante do “Expresso” e com o advogado José Júdice chegando este a declarar que estava do lado dos pais da menina …
E o mais estranho foi a pressa com que o jornalista do “Expresso” quis desacreditar a sua colega jornalista da RTP, Sandra Felgueiras, que acabara de trazer factos novos em excelente reportagem, e a pressa e insistência de Júdice em denegrir o Professor Universitário espanhol que também trouxera factos novos, designadamente sobre a história clínica, a personalidade e o carácter da mãe da menina bem como acerca dos modos de concepção dos três filhos do casal inglês!
Coisa estranha.
Então, não deveria ser ao contrário, o maior barulho possível para que a Judiciária se sinta apoiada e estimulada, para que não se intimide nem desista, para que a verdade seja apurada, para que a Maddie não caia no esquecimento?
Será que o estatuto social da mãe de Maddie e o dinheiro da sua família têm alguma coisa a ver com tudo isto?
Coisa estranha.
Então, rapto igual a muito ruido; homicídio igual a «pouco barulho».
Será assim?
Coisa estranha.
É que o ponto de partida para esta nova estratégia foi um programa da RTP 1, em particular com o jornalista representante do “Expresso” e com o advogado José Júdice chegando este a declarar que estava do lado dos pais da menina …
E o mais estranho foi a pressa com que o jornalista do “Expresso” quis desacreditar a sua colega jornalista da RTP, Sandra Felgueiras, que acabara de trazer factos novos em excelente reportagem, e a pressa e insistência de Júdice em denegrir o Professor Universitário espanhol que também trouxera factos novos, designadamente sobre a história clínica, a personalidade e o carácter da mãe da menina bem como acerca dos modos de concepção dos três filhos do casal inglês!
Coisa estranha.
Então, não deveria ser ao contrário, o maior barulho possível para que a Judiciária se sinta apoiada e estimulada, para que não se intimide nem desista, para que a verdade seja apurada, para que a Maddie não caia no esquecimento?
Será que o estatuto social da mãe de Maddie e o dinheiro da sua família têm alguma coisa a ver com tudo isto?
Coisa estranha.
Então, rapto igual a muito ruido; homicídio igual a «pouco barulho».
Será assim?
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
É preciso é entrar no sistema!
Carlos Pinto de Abreu, o defensor dos pais de Maddie, é um advogado com ideias bem firmes acerca do sistema de justiça em Portugal.
Costuma ele dizer o seguinte:
* A Justiça em Portugal, infelizmente, “não é igual para todos”;
* A Justiça funciona como uma “máquina anquilosada”;
* A Justiça é mais apropriada para triturar a paciência de um inocente do que para “identificar responsáveis”.
Claro senhor doutor, não vimos e vemos tudo isso agora? ... e, entretanto, que nos faça bom proveito, não é?
Costuma ele dizer o seguinte:
* A Justiça em Portugal, infelizmente, “não é igual para todos”;
* A Justiça funciona como uma “máquina anquilosada”;
* A Justiça é mais apropriada para triturar a paciência de um inocente do que para “identificar responsáveis”.
Claro senhor doutor, não vimos e vemos tudo isso agora? ... e, entretanto, que nos faça bom proveito, não é?
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