Manuel Alegre vive os tempos do chamado antifascismo.
Está 36 anos atrasado.
Só lhe falta proclamar, com a imponência dos grandes actores de comédia, que nunca assinou qualquer documento a jurar lealdade à pátria e a esconjurar todas as actividades subversivas contra o Estado.
Até porque nunca precisou de arranjar emprego.
Manuel Alegre é um grande antifascista.
O seu problema é que Portugal está a escolher um Presidente da República, com conhecimento e experiência das vidas modestas do trabalho, para hoje e amanhã – não para os velhos tempos de há 36 anos atrás, com romântica vivência de tertúlias manhosas e carteira cheia!
Como é que vamos sair da crise sem um antifascista na Presidência?!
Até quando?
... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O Povo Alemão é NAZI
O que João Soares, deputado do PS e filho de Mário Soares, disse na SIC Notícias resume-se a pouco como é habitual mas tem a maior relevância política, o que é raro.
João Soares disse o seguinte:
O povo alemão, por natureza e modo de ser, é NAZI e continua a ser NAZI.
Já destruiu a Europa por duas vezes e, agora, entusiasmado atrás da líder Angela Merkel, anda a tentar conseguir economicamente na Europa aquilo que não conseguiu politicamente na Europa quando andava entusiasmado a correr atrás daquele senhor austríaco de bigode pequenino, leia-se Adolf Hitler.
Sentado à sua frente, José Luis Arnaut, deputado do PSD e parceiro europeu de Angela Merkel, no Partido Popular Europeu, lamentavelmente deixou passar a aleivosia racista do deputado socialista sem a devida resposta e reparação.
É certo que o filho de Mário Soares nunca foi para levar a sério, tal é o tamanho da sua irresponsabilidade e insanidade cívica, política e, aparentemente, ética e moral.
Mas deixar em branco a maior difamação e ofensa à honra de um Povo todo e a miserável comparação da sua líder a HITLER não pode deixar de merecer do PSD uma enérgica censura ao seu deputado, José Luis Arnaut.
Obviamente, e se estas questões de HONRA valem alguma coisa, a embaixada da Alemanha em Portugal também não deixará de exigir as devidas explicações, designadamente à Assembleia da República, ao PS e, porque não, à SIC Notícias e ao próprio pai do indigente deputado socialista João Soares.
Ao nível da Europa, o Partido Popular Europeu saberá, certamente, retirar as naturais consequências do silêncio complacente do deputado do PSD, José Luis Arnaut, perante as maiores ofensas ao povo alemão e à sua líder desferidas pelo deputado do PS, João Soares, o conhecido filho de Mário Soares.
Terá José Luis Arnaut apenas reflectido a posição oficial do PSD e dos seus deputados europeus no Grupo Parlamentar do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu?
João Soares disse o seguinte:
O povo alemão, por natureza e modo de ser, é NAZI e continua a ser NAZI.
Já destruiu a Europa por duas vezes e, agora, entusiasmado atrás da líder Angela Merkel, anda a tentar conseguir economicamente na Europa aquilo que não conseguiu politicamente na Europa quando andava entusiasmado a correr atrás daquele senhor austríaco de bigode pequenino, leia-se Adolf Hitler.
Sentado à sua frente, José Luis Arnaut, deputado do PSD e parceiro europeu de Angela Merkel, no Partido Popular Europeu, lamentavelmente deixou passar a aleivosia racista do deputado socialista sem a devida resposta e reparação.
É certo que o filho de Mário Soares nunca foi para levar a sério, tal é o tamanho da sua irresponsabilidade e insanidade cívica, política e, aparentemente, ética e moral.
Mas deixar em branco a maior difamação e ofensa à honra de um Povo todo e a miserável comparação da sua líder a HITLER não pode deixar de merecer do PSD uma enérgica censura ao seu deputado, José Luis Arnaut.
Obviamente, e se estas questões de HONRA valem alguma coisa, a embaixada da Alemanha em Portugal também não deixará de exigir as devidas explicações, designadamente à Assembleia da República, ao PS e, porque não, à SIC Notícias e ao próprio pai do indigente deputado socialista João Soares.
Ao nível da Europa, o Partido Popular Europeu saberá, certamente, retirar as naturais consequências do silêncio complacente do deputado do PSD, José Luis Arnaut, perante as maiores ofensas ao povo alemão e à sua líder desferidas pelo deputado do PS, João Soares, o conhecido filho de Mário Soares.
Terá José Luis Arnaut apenas reflectido a posição oficial do PSD e dos seus deputados europeus no Grupo Parlamentar do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu?
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
À espera dos «ratos»
Leio com a maior atenção a lista da Comissão de Honra da Candidatura de Cavaco Silva.
Falta hoje tanta daquela gente que acreditou na mudança em 1985!
E fico mesmo na dúvida.
Se Cavaco Silva é tudo quanto muitos elementos desta lista diziam dele até há bem pouco tempo ... o melhor é estar quieto e ficar em casa no dia das eleições presidenciais.
Já se percebeu que «isto de Presidência» tanto faz como fez, à excepção, claro, da famigerada de Jorge Sampaio que tão bem soube aproveitar a rábula da «boa e má moeda».
Mas talvez valha a pena esperar pela segunda volta ... só para apreciar o apurado sentido de orientação dos «ratos»!
Falta hoje tanta daquela gente que acreditou na mudança em 1985!
E fico mesmo na dúvida.
Se Cavaco Silva é tudo quanto muitos elementos desta lista diziam dele até há bem pouco tempo ... o melhor é estar quieto e ficar em casa no dia das eleições presidenciais.
Já se percebeu que «isto de Presidência» tanto faz como fez, à excepção, claro, da famigerada de Jorge Sampaio que tão bem soube aproveitar a rábula da «boa e má moeda».
Mas talvez valha a pena esperar pela segunda volta ... só para apreciar o apurado sentido de orientação dos «ratos»!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Júdice HONRA Cavaco?!
José Miguel Júdice está no superior orgão de apoio à recandidatura de Cavaco Silva, a Comissão de Honra.
Não consigo perceber o que é que liga o apoiante ao candidato.
Júdice tem sido politicamente o que todos sabemos: anti-PSD, em particular anti-Cavaco Silva e tudo quanto lhe «cheire a cavaquismo», apoiante indefectível de tudo quanto se inspire em Mário Soares e no PS «que conta».
Nos intervalos convenientes dizia ser um homem da Direita.
Desde a sua famigerada presença na distrital de Lisboa do PSD nunca deixou de atacar violentamente o homem e o político Cavaco Silva.
O que é que ele estará a fazer na Comissão de Honra do Homem que ele sempre desconsiderou, do Homem que ele sempre classificou de gente sem estatuto, sem cultura e de tendências autoritárias, ditatoriais mesmo?
Que adicional de Honra encontra Cavaco Silva em José Miguel Júdice?
Ou esta «coisa» das comissões é tudo a fingir?
Não consigo perceber o que é que liga o apoiante ao candidato.
Júdice tem sido politicamente o que todos sabemos: anti-PSD, em particular anti-Cavaco Silva e tudo quanto lhe «cheire a cavaquismo», apoiante indefectível de tudo quanto se inspire em Mário Soares e no PS «que conta».
Nos intervalos convenientes dizia ser um homem da Direita.
Desde a sua famigerada presença na distrital de Lisboa do PSD nunca deixou de atacar violentamente o homem e o político Cavaco Silva.
O que é que ele estará a fazer na Comissão de Honra do Homem que ele sempre desconsiderou, do Homem que ele sempre classificou de gente sem estatuto, sem cultura e de tendências autoritárias, ditatoriais mesmo?
Que adicional de Honra encontra Cavaco Silva em José Miguel Júdice?
Ou esta «coisa» das comissões é tudo a fingir?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
«Almofadas» e excepções do PS
Não consigo perceber as dúvidas de tanta gente sobre a «alteração de última hora» que o PS introduziu na norma que determina o corte de cinco por cento nos salários dos trabalhadores das empresas públicas e empresas privadas de capitais públicos.
Fraca memória parece criar fraca gente.
Se bem nos lembrarmos, os governos PS sempre souberam cumprir dois objectivos essenciais das suas práticas: criar «almofadas» financeiras para acorrer a necessidades amigas inesperadas e prever «excepções» a regras anunciadas como absolutamente rigorosas.
É assim que habitualmente «safam» fundações privadas sem património, empresas amigas sem capital ou sem actividade, acções de propaganda imprevistas para necessidades urgentes.
É desse modo que calam sectores laborais agressivos ou apenas amigos, subsidiam artistas «barulhentos», amansam profissionais liberais cuja «opinião conta», põem comentadores e jornalistas a dizer «muito bem» daquilo que começavam a dizer ou se preparavam para dizer «que horror».
São práticas que já fizeram «escola» e alimentam a «cultura de boa gestão» do PS.
E o curioso é que se dá tanta importância à iniciativa do PS/governo Sócrates de abrir «excepções» quanto à abstenção do PSD.
Valeria a pena, ao PSD, abrir uma brecha na responsabilidade do PS e dar aos socialistas mais uma oportunidade para, mais tarde, gerar connfusão e clamar pelo «direito à indignação» contra as «maldades» e «imaturidade» de Pedro Passos Coelho?
Não sabemos todos que tudo é revogável, mais cedo ou mais tarde?
PS – Ainda me lembro da quantidade de «manhosos» despachos, portarias e decretos do célebre governo Pintasilgo de 1979 que o governo da AD todos os dias descobria e revogava, muitos meses depois de iniciar funções ...
Fraca memória parece criar fraca gente.
Se bem nos lembrarmos, os governos PS sempre souberam cumprir dois objectivos essenciais das suas práticas: criar «almofadas» financeiras para acorrer a necessidades amigas inesperadas e prever «excepções» a regras anunciadas como absolutamente rigorosas.
É assim que habitualmente «safam» fundações privadas sem património, empresas amigas sem capital ou sem actividade, acções de propaganda imprevistas para necessidades urgentes.
É desse modo que calam sectores laborais agressivos ou apenas amigos, subsidiam artistas «barulhentos», amansam profissionais liberais cuja «opinião conta», põem comentadores e jornalistas a dizer «muito bem» daquilo que começavam a dizer ou se preparavam para dizer «que horror».
São práticas que já fizeram «escola» e alimentam a «cultura de boa gestão» do PS.
E o curioso é que se dá tanta importância à iniciativa do PS/governo Sócrates de abrir «excepções» quanto à abstenção do PSD.
Valeria a pena, ao PSD, abrir uma brecha na responsabilidade do PS e dar aos socialistas mais uma oportunidade para, mais tarde, gerar connfusão e clamar pelo «direito à indignação» contra as «maldades» e «imaturidade» de Pedro Passos Coelho?
Não sabemos todos que tudo é revogável, mais cedo ou mais tarde?
PS – Ainda me lembro da quantidade de «manhosos» despachos, portarias e decretos do célebre governo Pintasilgo de 1979 que o governo da AD todos os dias descobria e revogava, muitos meses depois de iniciar funções ...
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Matracas seladas e «bico calado»
Registo que o PS anda muito preocupado com a intervenção política dos partidos da oposição, em particular do PSD.
Os socialistas querem espalhar a ideia de que, nestes tempos de crise, de origem «internacional», patriótico é ninguém falar de «coisas» desagradáveis, tais como desmandos do governo de Sócrates, incompetência, desorganização e paralisia da administração pública e da economia.
E, então, lembrar o passado recente de Sócrates e seu governo, como o total descontrolo das finanças públicas, incapacidade de gestão, desprezo pelos interesses gerais e dissipação dos recursos do Estado na execução de políticas com objectivos meramente eleitoralistas, então isto é mesmo «pecado mortal».
Agora, a palavra de ordem é tudo «caladinho», nada de críticas nem análises «desconfortáveis», «bico fechado» ... que os mercados internacionais estão à espreita.
O que me faz confusão é estes socialistas de agora se mostrarem tão empenhados em anular os «estados de alma» que os outros socialistas, os do passado, nos ensinaram e instilaram.
Vamos cancelar o «direito à indignação» que, com tanto êxito, a referência do PS, Mário Soares, nos «deu» quando o PSD era governo?
Acabaram as buzinadelas e boicotes à livre circulação de pessoas e bens conduzidas com a maior excitação e pública exposição de dirigentes do PS, como o estóico e antigo dirigente do PS, Armando Vara?
E o direito à «vida para além do défice», às «outras coisas da vida», que a outra referência do PS, Jorge Sampaio, nos «deu» também é para enterrar nas profundezas da vida para que os actuais défices nos atiraram?
Não sei porquê, mas estou ansioso por ouvir Sócrates e os seus amigos ministros a alargar elogios a Manuela Ferreira Leite e a dizer que razão tinha a antiga líder do PSD quando propunha a «suspensão da democracia por uns tempos ...»!?
... E isto apesar dessa «história da suspensão da democracia» ter sido uma ruidosa invenção do PS pois Manuela Ferreira Leite nunca propôs tal coisa!
Os socialistas querem espalhar a ideia de que, nestes tempos de crise, de origem «internacional», patriótico é ninguém falar de «coisas» desagradáveis, tais como desmandos do governo de Sócrates, incompetência, desorganização e paralisia da administração pública e da economia.
E, então, lembrar o passado recente de Sócrates e seu governo, como o total descontrolo das finanças públicas, incapacidade de gestão, desprezo pelos interesses gerais e dissipação dos recursos do Estado na execução de políticas com objectivos meramente eleitoralistas, então isto é mesmo «pecado mortal».
Agora, a palavra de ordem é tudo «caladinho», nada de críticas nem análises «desconfortáveis», «bico fechado» ... que os mercados internacionais estão à espreita.
O que me faz confusão é estes socialistas de agora se mostrarem tão empenhados em anular os «estados de alma» que os outros socialistas, os do passado, nos ensinaram e instilaram.
Vamos cancelar o «direito à indignação» que, com tanto êxito, a referência do PS, Mário Soares, nos «deu» quando o PSD era governo?
Acabaram as buzinadelas e boicotes à livre circulação de pessoas e bens conduzidas com a maior excitação e pública exposição de dirigentes do PS, como o estóico e antigo dirigente do PS, Armando Vara?
E o direito à «vida para além do défice», às «outras coisas da vida», que a outra referência do PS, Jorge Sampaio, nos «deu» também é para enterrar nas profundezas da vida para que os actuais défices nos atiraram?
Não sei porquê, mas estou ansioso por ouvir Sócrates e os seus amigos ministros a alargar elogios a Manuela Ferreira Leite e a dizer que razão tinha a antiga líder do PSD quando propunha a «suspensão da democracia por uns tempos ...»!?
... E isto apesar dessa «história da suspensão da democracia» ter sido uma ruidosa invenção do PS pois Manuela Ferreira Leite nunca propôs tal coisa!
sábado, 20 de novembro de 2010
As voltas que o Mundo dá
A ironia está em que nunca vi tantos comunistas maoistas, de jornalistas «especializados» a ministros ou deputados, rendidos ao «imperialismo belicista americano» materializado na existência da NATO nem tantos socialistas ou próceres de uma direita sem ideologia nem povo, comentadores de TV, ministros, deputados e ex-dirigentes dos «grandes empresários capitalistas«, agarrados como lapas ao PSD.
Até o Ferraz da Costa, que não consegue ser candidato a nada ou que alguém o «leve a sério», passou a ter assento certo nas TV’s, após a sua longa e penosa marcha até ao colapso do prestígio de «coisas» como a Confederação da Indústria Portuguesa, a tal CIP que juntava herdeiros de empresários e uma ou duas famílias de «bem» ... !
O tempo que eu perdi a combater o comunismo e os comunistas e a defender uma maioria, um governo e um presidente, tudo de um só partido, o PSD, de convicções anti-comunistas bem definidas e invulnerável às influências «manhosas» dos comunistas e dos tradicionais e discretos centros de interesses e de pressão socialistas, como condição de estabilidade, desenvolvimento e do progresso social!
Como era excitante a ideia de que as crises políticas se resolviam através de consulta popular, em eleições livres, voto universal e secreto!
Coligações sem liderança aceite e com autoridade moral e política, sem programa político comum e regras de acção bem determinadas por gente séria e competente ... quem se atrevia sequer a sugerir?
PS: Berlusconi tem sido muito referido por ter sido o último a chegar à cimeira da NATO. Ele sabe bem para que país veio. Ainda se lembra de quando chegou de avião particular para um jantar de trabalho no Palácio de Belém, com o então Presidente da República, Mário Soares, ao tempo muito interessado e empenhado no grande projecto de criação de uma estação de televisão integrada no conglomerado de comunicação do PS, onde Manuel Alegre se afadigava ... Bons tempos, terá ele pensado!
Até o Ferraz da Costa, que não consegue ser candidato a nada ou que alguém o «leve a sério», passou a ter assento certo nas TV’s, após a sua longa e penosa marcha até ao colapso do prestígio de «coisas» como a Confederação da Indústria Portuguesa, a tal CIP que juntava herdeiros de empresários e uma ou duas famílias de «bem» ... !
O tempo que eu perdi a combater o comunismo e os comunistas e a defender uma maioria, um governo e um presidente, tudo de um só partido, o PSD, de convicções anti-comunistas bem definidas e invulnerável às influências «manhosas» dos comunistas e dos tradicionais e discretos centros de interesses e de pressão socialistas, como condição de estabilidade, desenvolvimento e do progresso social!
Como era excitante a ideia de que as crises políticas se resolviam através de consulta popular, em eleições livres, voto universal e secreto!
Coligações sem liderança aceite e com autoridade moral e política, sem programa político comum e regras de acção bem determinadas por gente séria e competente ... quem se atrevia sequer a sugerir?
PS: Berlusconi tem sido muito referido por ter sido o último a chegar à cimeira da NATO. Ele sabe bem para que país veio. Ainda se lembra de quando chegou de avião particular para um jantar de trabalho no Palácio de Belém, com o então Presidente da República, Mário Soares, ao tempo muito interessado e empenhado no grande projecto de criação de uma estação de televisão integrada no conglomerado de comunicação do PS, onde Manuel Alegre se afadigava ... Bons tempos, terá ele pensado!
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