Não, não sou um «português do Portugal Ultramarino» como o socialista Medeiros Ferreira gosta de classificar alguns para os desprezar.
Mas, sendo do continente, sempre me interessei pela história da «guerra de África».
Tenho reparado que Mário Crespo da SIC é também um curioso desses tempos e é a segunda vez que abre o «noticiário» com conversas.
Já convidou dois coroneis reformados, cada um deles com invejável curriculum na tentativa de impôr em Portugal um regime comunista.
É claro que, com esta gente, a história é um somatório de «incidentes», historietas de caserna, fábulas engraçadas, invenção de convenientes heróis, omissões dos factos relevantes.
O tema tem sido o 4 de Fevereiro como o desencadear da guerra em Angola.
Eles lá sabem o que lhes convém.
Mas parece-me que a SIC Notícias deveria procurar um pouco mais de credibilidade.
E seria justo que as gerações mais novas fossem informadas dos verdadeiros factos que marcaram o início da guerra em Angola e pudessem, talvez, ouvir falar de Holden Roberto, da UPA, dos bárbaros massacres das populações brancas e nativas em Março de1961, no Quitexe, Toto, Negage, Camabatela e Nova Camabatela.
«... Apenas pomos pé em terra, o espectáculo modifica-se e a metamorfose repelente da vida é formal, súbita, dolorosa.
Quitexe, quatro horas da tarde, uma rua e as matas sufocantes a abafá-la. O cheiro dos mortos, a presença dos mortos a apodrecer, a náusea dos vivos. Imagem do crime. Pulsação apenas. Sangue, sangue, sangue.
A terrifica face das casas esventradas, os cadáveres das crianças e das mulheres.
Ponho as mãos na cabeça, fecho os olhos. Não quero ver. Mas conservo a primeira imagem na mente. E sombras e fantasmas. E o ódio. O ódio que sente quem faz a guerra e reconhece que o inimigo não é humano. “ Isto não é uma guerra” – penso. “Desumano demais para ser uma guerra” (...)»
Esta é apenas uma breve passagem da descrição feita por quem viu, viveu, filmou e fotografou a chacina dos portugueses e trabalhadores angolanos em 1961, Horácio Caio.
Mas há mais no testemunho de Horácio Caio:
« ... Orlando Traila. Chega do Zalala. Traz os olhos de espanto. Olhos terríveis. Vermelhos também.
“Todos mortos no Zalala. Trago aqui alguns” – abateu sobre nós.
Zalala é a fazenda do Ricardo Gaspar. Era a melhor de todo o Congo. Agora não é senão um campo de mortos e depredações. Tudo destruído. Nem um ultimo sopro de vida. A ferocidade dos facínoras chegou ao ponto de degolar as crianças. E as mulheres, despidas, tinham um pau aguçado espetado no sexo (...)»
Há muitas imagens que documentam estas carnificinas.
O princípio da guerra em Angola, está no princípio – não nas fantasias de Mário Crespo da SIC Notícias ... nem nas «aventuras» dos seus amigos.
Até quando?
... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O atraso de Manuel Alegre
Manuel Alegre vive os tempos do chamado antifascismo.
Está 36 anos atrasado.
Só lhe falta proclamar, com a imponência dos grandes actores de comédia, que nunca assinou qualquer documento a jurar lealdade à pátria e a esconjurar todas as actividades subversivas contra o Estado.
Até porque nunca precisou de arranjar emprego.
Manuel Alegre é um grande antifascista.
O seu problema é que Portugal está a escolher um Presidente da República, com conhecimento e experiência das vidas modestas do trabalho, para hoje e amanhã – não para os velhos tempos de há 36 anos atrás, com romântica vivência de tertúlias manhosas e carteira cheia!
Como é que vamos sair da crise sem um antifascista na Presidência?!
Está 36 anos atrasado.
Só lhe falta proclamar, com a imponência dos grandes actores de comédia, que nunca assinou qualquer documento a jurar lealdade à pátria e a esconjurar todas as actividades subversivas contra o Estado.
Até porque nunca precisou de arranjar emprego.
Manuel Alegre é um grande antifascista.
O seu problema é que Portugal está a escolher um Presidente da República, com conhecimento e experiência das vidas modestas do trabalho, para hoje e amanhã – não para os velhos tempos de há 36 anos atrás, com romântica vivência de tertúlias manhosas e carteira cheia!
Como é que vamos sair da crise sem um antifascista na Presidência?!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O Povo Alemão é NAZI
O que João Soares, deputado do PS e filho de Mário Soares, disse na SIC Notícias resume-se a pouco como é habitual mas tem a maior relevância política, o que é raro.
João Soares disse o seguinte:
O povo alemão, por natureza e modo de ser, é NAZI e continua a ser NAZI.
Já destruiu a Europa por duas vezes e, agora, entusiasmado atrás da líder Angela Merkel, anda a tentar conseguir economicamente na Europa aquilo que não conseguiu politicamente na Europa quando andava entusiasmado a correr atrás daquele senhor austríaco de bigode pequenino, leia-se Adolf Hitler.
Sentado à sua frente, José Luis Arnaut, deputado do PSD e parceiro europeu de Angela Merkel, no Partido Popular Europeu, lamentavelmente deixou passar a aleivosia racista do deputado socialista sem a devida resposta e reparação.
É certo que o filho de Mário Soares nunca foi para levar a sério, tal é o tamanho da sua irresponsabilidade e insanidade cívica, política e, aparentemente, ética e moral.
Mas deixar em branco a maior difamação e ofensa à honra de um Povo todo e a miserável comparação da sua líder a HITLER não pode deixar de merecer do PSD uma enérgica censura ao seu deputado, José Luis Arnaut.
Obviamente, e se estas questões de HONRA valem alguma coisa, a embaixada da Alemanha em Portugal também não deixará de exigir as devidas explicações, designadamente à Assembleia da República, ao PS e, porque não, à SIC Notícias e ao próprio pai do indigente deputado socialista João Soares.
Ao nível da Europa, o Partido Popular Europeu saberá, certamente, retirar as naturais consequências do silêncio complacente do deputado do PSD, José Luis Arnaut, perante as maiores ofensas ao povo alemão e à sua líder desferidas pelo deputado do PS, João Soares, o conhecido filho de Mário Soares.
Terá José Luis Arnaut apenas reflectido a posição oficial do PSD e dos seus deputados europeus no Grupo Parlamentar do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu?
João Soares disse o seguinte:
O povo alemão, por natureza e modo de ser, é NAZI e continua a ser NAZI.
Já destruiu a Europa por duas vezes e, agora, entusiasmado atrás da líder Angela Merkel, anda a tentar conseguir economicamente na Europa aquilo que não conseguiu politicamente na Europa quando andava entusiasmado a correr atrás daquele senhor austríaco de bigode pequenino, leia-se Adolf Hitler.
Sentado à sua frente, José Luis Arnaut, deputado do PSD e parceiro europeu de Angela Merkel, no Partido Popular Europeu, lamentavelmente deixou passar a aleivosia racista do deputado socialista sem a devida resposta e reparação.
É certo que o filho de Mário Soares nunca foi para levar a sério, tal é o tamanho da sua irresponsabilidade e insanidade cívica, política e, aparentemente, ética e moral.
Mas deixar em branco a maior difamação e ofensa à honra de um Povo todo e a miserável comparação da sua líder a HITLER não pode deixar de merecer do PSD uma enérgica censura ao seu deputado, José Luis Arnaut.
Obviamente, e se estas questões de HONRA valem alguma coisa, a embaixada da Alemanha em Portugal também não deixará de exigir as devidas explicações, designadamente à Assembleia da República, ao PS e, porque não, à SIC Notícias e ao próprio pai do indigente deputado socialista João Soares.
Ao nível da Europa, o Partido Popular Europeu saberá, certamente, retirar as naturais consequências do silêncio complacente do deputado do PSD, José Luis Arnaut, perante as maiores ofensas ao povo alemão e à sua líder desferidas pelo deputado do PS, João Soares, o conhecido filho de Mário Soares.
Terá José Luis Arnaut apenas reflectido a posição oficial do PSD e dos seus deputados europeus no Grupo Parlamentar do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu?
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
À espera dos «ratos»
Leio com a maior atenção a lista da Comissão de Honra da Candidatura de Cavaco Silva.
Falta hoje tanta daquela gente que acreditou na mudança em 1985!
E fico mesmo na dúvida.
Se Cavaco Silva é tudo quanto muitos elementos desta lista diziam dele até há bem pouco tempo ... o melhor é estar quieto e ficar em casa no dia das eleições presidenciais.
Já se percebeu que «isto de Presidência» tanto faz como fez, à excepção, claro, da famigerada de Jorge Sampaio que tão bem soube aproveitar a rábula da «boa e má moeda».
Mas talvez valha a pena esperar pela segunda volta ... só para apreciar o apurado sentido de orientação dos «ratos»!
Falta hoje tanta daquela gente que acreditou na mudança em 1985!
E fico mesmo na dúvida.
Se Cavaco Silva é tudo quanto muitos elementos desta lista diziam dele até há bem pouco tempo ... o melhor é estar quieto e ficar em casa no dia das eleições presidenciais.
Já se percebeu que «isto de Presidência» tanto faz como fez, à excepção, claro, da famigerada de Jorge Sampaio que tão bem soube aproveitar a rábula da «boa e má moeda».
Mas talvez valha a pena esperar pela segunda volta ... só para apreciar o apurado sentido de orientação dos «ratos»!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Júdice HONRA Cavaco?!
José Miguel Júdice está no superior orgão de apoio à recandidatura de Cavaco Silva, a Comissão de Honra.
Não consigo perceber o que é que liga o apoiante ao candidato.
Júdice tem sido politicamente o que todos sabemos: anti-PSD, em particular anti-Cavaco Silva e tudo quanto lhe «cheire a cavaquismo», apoiante indefectível de tudo quanto se inspire em Mário Soares e no PS «que conta».
Nos intervalos convenientes dizia ser um homem da Direita.
Desde a sua famigerada presença na distrital de Lisboa do PSD nunca deixou de atacar violentamente o homem e o político Cavaco Silva.
O que é que ele estará a fazer na Comissão de Honra do Homem que ele sempre desconsiderou, do Homem que ele sempre classificou de gente sem estatuto, sem cultura e de tendências autoritárias, ditatoriais mesmo?
Que adicional de Honra encontra Cavaco Silva em José Miguel Júdice?
Ou esta «coisa» das comissões é tudo a fingir?
Não consigo perceber o que é que liga o apoiante ao candidato.
Júdice tem sido politicamente o que todos sabemos: anti-PSD, em particular anti-Cavaco Silva e tudo quanto lhe «cheire a cavaquismo», apoiante indefectível de tudo quanto se inspire em Mário Soares e no PS «que conta».
Nos intervalos convenientes dizia ser um homem da Direita.
Desde a sua famigerada presença na distrital de Lisboa do PSD nunca deixou de atacar violentamente o homem e o político Cavaco Silva.
O que é que ele estará a fazer na Comissão de Honra do Homem que ele sempre desconsiderou, do Homem que ele sempre classificou de gente sem estatuto, sem cultura e de tendências autoritárias, ditatoriais mesmo?
Que adicional de Honra encontra Cavaco Silva em José Miguel Júdice?
Ou esta «coisa» das comissões é tudo a fingir?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
«Almofadas» e excepções do PS
Não consigo perceber as dúvidas de tanta gente sobre a «alteração de última hora» que o PS introduziu na norma que determina o corte de cinco por cento nos salários dos trabalhadores das empresas públicas e empresas privadas de capitais públicos.
Fraca memória parece criar fraca gente.
Se bem nos lembrarmos, os governos PS sempre souberam cumprir dois objectivos essenciais das suas práticas: criar «almofadas» financeiras para acorrer a necessidades amigas inesperadas e prever «excepções» a regras anunciadas como absolutamente rigorosas.
É assim que habitualmente «safam» fundações privadas sem património, empresas amigas sem capital ou sem actividade, acções de propaganda imprevistas para necessidades urgentes.
É desse modo que calam sectores laborais agressivos ou apenas amigos, subsidiam artistas «barulhentos», amansam profissionais liberais cuja «opinião conta», põem comentadores e jornalistas a dizer «muito bem» daquilo que começavam a dizer ou se preparavam para dizer «que horror».
São práticas que já fizeram «escola» e alimentam a «cultura de boa gestão» do PS.
E o curioso é que se dá tanta importância à iniciativa do PS/governo Sócrates de abrir «excepções» quanto à abstenção do PSD.
Valeria a pena, ao PSD, abrir uma brecha na responsabilidade do PS e dar aos socialistas mais uma oportunidade para, mais tarde, gerar connfusão e clamar pelo «direito à indignação» contra as «maldades» e «imaturidade» de Pedro Passos Coelho?
Não sabemos todos que tudo é revogável, mais cedo ou mais tarde?
PS – Ainda me lembro da quantidade de «manhosos» despachos, portarias e decretos do célebre governo Pintasilgo de 1979 que o governo da AD todos os dias descobria e revogava, muitos meses depois de iniciar funções ...
Fraca memória parece criar fraca gente.
Se bem nos lembrarmos, os governos PS sempre souberam cumprir dois objectivos essenciais das suas práticas: criar «almofadas» financeiras para acorrer a necessidades amigas inesperadas e prever «excepções» a regras anunciadas como absolutamente rigorosas.
É assim que habitualmente «safam» fundações privadas sem património, empresas amigas sem capital ou sem actividade, acções de propaganda imprevistas para necessidades urgentes.
É desse modo que calam sectores laborais agressivos ou apenas amigos, subsidiam artistas «barulhentos», amansam profissionais liberais cuja «opinião conta», põem comentadores e jornalistas a dizer «muito bem» daquilo que começavam a dizer ou se preparavam para dizer «que horror».
São práticas que já fizeram «escola» e alimentam a «cultura de boa gestão» do PS.
E o curioso é que se dá tanta importância à iniciativa do PS/governo Sócrates de abrir «excepções» quanto à abstenção do PSD.
Valeria a pena, ao PSD, abrir uma brecha na responsabilidade do PS e dar aos socialistas mais uma oportunidade para, mais tarde, gerar connfusão e clamar pelo «direito à indignação» contra as «maldades» e «imaturidade» de Pedro Passos Coelho?
Não sabemos todos que tudo é revogável, mais cedo ou mais tarde?
PS – Ainda me lembro da quantidade de «manhosos» despachos, portarias e decretos do célebre governo Pintasilgo de 1979 que o governo da AD todos os dias descobria e revogava, muitos meses depois de iniciar funções ...
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Matracas seladas e «bico calado»
Registo que o PS anda muito preocupado com a intervenção política dos partidos da oposição, em particular do PSD.
Os socialistas querem espalhar a ideia de que, nestes tempos de crise, de origem «internacional», patriótico é ninguém falar de «coisas» desagradáveis, tais como desmandos do governo de Sócrates, incompetência, desorganização e paralisia da administração pública e da economia.
E, então, lembrar o passado recente de Sócrates e seu governo, como o total descontrolo das finanças públicas, incapacidade de gestão, desprezo pelos interesses gerais e dissipação dos recursos do Estado na execução de políticas com objectivos meramente eleitoralistas, então isto é mesmo «pecado mortal».
Agora, a palavra de ordem é tudo «caladinho», nada de críticas nem análises «desconfortáveis», «bico fechado» ... que os mercados internacionais estão à espreita.
O que me faz confusão é estes socialistas de agora se mostrarem tão empenhados em anular os «estados de alma» que os outros socialistas, os do passado, nos ensinaram e instilaram.
Vamos cancelar o «direito à indignação» que, com tanto êxito, a referência do PS, Mário Soares, nos «deu» quando o PSD era governo?
Acabaram as buzinadelas e boicotes à livre circulação de pessoas e bens conduzidas com a maior excitação e pública exposição de dirigentes do PS, como o estóico e antigo dirigente do PS, Armando Vara?
E o direito à «vida para além do défice», às «outras coisas da vida», que a outra referência do PS, Jorge Sampaio, nos «deu» também é para enterrar nas profundezas da vida para que os actuais défices nos atiraram?
Não sei porquê, mas estou ansioso por ouvir Sócrates e os seus amigos ministros a alargar elogios a Manuela Ferreira Leite e a dizer que razão tinha a antiga líder do PSD quando propunha a «suspensão da democracia por uns tempos ...»!?
... E isto apesar dessa «história da suspensão da democracia» ter sido uma ruidosa invenção do PS pois Manuela Ferreira Leite nunca propôs tal coisa!
Os socialistas querem espalhar a ideia de que, nestes tempos de crise, de origem «internacional», patriótico é ninguém falar de «coisas» desagradáveis, tais como desmandos do governo de Sócrates, incompetência, desorganização e paralisia da administração pública e da economia.
E, então, lembrar o passado recente de Sócrates e seu governo, como o total descontrolo das finanças públicas, incapacidade de gestão, desprezo pelos interesses gerais e dissipação dos recursos do Estado na execução de políticas com objectivos meramente eleitoralistas, então isto é mesmo «pecado mortal».
Agora, a palavra de ordem é tudo «caladinho», nada de críticas nem análises «desconfortáveis», «bico fechado» ... que os mercados internacionais estão à espreita.
O que me faz confusão é estes socialistas de agora se mostrarem tão empenhados em anular os «estados de alma» que os outros socialistas, os do passado, nos ensinaram e instilaram.
Vamos cancelar o «direito à indignação» que, com tanto êxito, a referência do PS, Mário Soares, nos «deu» quando o PSD era governo?
Acabaram as buzinadelas e boicotes à livre circulação de pessoas e bens conduzidas com a maior excitação e pública exposição de dirigentes do PS, como o estóico e antigo dirigente do PS, Armando Vara?
E o direito à «vida para além do défice», às «outras coisas da vida», que a outra referência do PS, Jorge Sampaio, nos «deu» também é para enterrar nas profundezas da vida para que os actuais défices nos atiraram?
Não sei porquê, mas estou ansioso por ouvir Sócrates e os seus amigos ministros a alargar elogios a Manuela Ferreira Leite e a dizer que razão tinha a antiga líder do PSD quando propunha a «suspensão da democracia por uns tempos ...»!?
... E isto apesar dessa «história da suspensão da democracia» ter sido uma ruidosa invenção do PS pois Manuela Ferreira Leite nunca propôs tal coisa!
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