Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Sampaio da Nóvoa confirmou tudo

O candidato presidencial do PS, Sampaio da Nóvoa, quer fazer-nos crer que vem do «mundo do conhecimento» e nada tem a ver com o «mundo da política» e já nos brinda com a proverbial manhosice dos «desmentidos» dos políticos rascas.

Para acalmar alguns ânimos mais exaltados do PS, o candidato quis «desmentir» o «indesmentível» e disse à comunicação social que «nunca pediu apoio a António Costa» e que «nunca António Costa declarou apoiar Sampaio da Nóvoa».
Ora, ora, assim o candidato não desmente nada por uma simples razão: ninguém disse ou diz o contrário.

O que se diz é que Sampaio da Nóvoa é, há muito tempo, o verdadeiro candidato presidencial do PS de António Costa.

E isso o candidato socialista Sampaio da Nóvoa não desmentiu!
E mais: diz-se também que qualquer regresso à política portuguesa de Guterres está, por vontade própria e dos socialistas dominantes, completamente afastado desde 2002, concretamente desde que o mesmo Guterres, ao tempo primeiro-ministro de um governo socialista, denunciou e fugiu do «pântano» em que socialistas haviam transformado a vida política portuguesa.

E isto o PS de António Costa nem lembra, não vá o diabo acordar as mentes esquecidas, nomeadamente dos comentadores políticos Marcelo Rebelo de Sousa, Marques Mendes e outras partes interessadas.
Em conclusão, Sampaio da Nóvoa quis criar clima e baralhar os cidadãos eleitores mas acabou por confirmar o que toda a gente sabe: ele é o verdadeiro candidato presidencial do PS de António Costa.

E contrariamente ao que o marketing político socialista quis esconder, Sampaio da Nóvoa está a mostrar-se uma revelação, nada discreta e cheia de notoriedade, do «mundo manhoso da politiquice socratiana»!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O «efeito Nóvoa» no PS e no PC

Puro acaso ou ironia do destino.

O líder do PS, António Costa, encontrou-se com Sampaio da Nóvoa, o putativo candidato presidencial do PS, na inauguração de uma estação da Carris restaurada, no Arco do Cego em Lisboa.
Ambos foram convidados pela Câmara Municipal de Lisboa na qualidade de ex: um ex-presidente da Câmara de Lisboa e o outro ex-reitor da Universidade de Lisboa.

Mais tarde, os dois socialistas voltaram a encontrar-se nas instalações da Câmara Municipal, desta vez com Mário Soares e Jorge Sampaio, a pretexto da posse do substituto de António Costa na Câmara.
Tudo certo no «arranjinho» em curso … com a prestimosa ajuda da Câmara Municipal de Lisboa.

Mas o interessante será analisar o «efeito Nóvoa» que começa a despontar.
Os comunistas do PC agitam o sector dos transportes públicos com greves sucessivas, a pretexto de uns meros «suplementos de subsídios», pondo em causa a vida dos cidadãos e, até, o novo emprego de outros.

Em complemento, os mesmos comunistas do PC, encabeçados pelo conhecido estalinista Arménio Carlos, investem também no sector privado dos transportes somando humilhantes fracassos.
Irrequietos e amedrontados, os confusos socialistas de António Costa reagem precipitadamente e gritam socorro ao Tribunal Constitucional para que seja bloqueada, com uma conveniente declaração de inconstitucionalidade, a modernização do sector dos transportes públicos de Lisboa, iniciada pelo Governo do Dr. Pedro Passos Coelho.

É o «efeito Nóvoa» em marcha na formação de uma nova «União Nacional» travestida de nova «maioria de esquerda».
Sob a capa salazarista do «antipartidarismo militante», comunistas e socialistas combatem a dignidade institucional dos partidos políticos e discutem quem é que há de chegar primeiro ao passado, à sombra de Sampaio da Nóvoa.

No meio desta pantanosa oposição, o Governo do Dr. Pedro Passos Coelho continua imperturbável a trabalhar e anuncia para Évora novos investimentos do gigante da aeronáutica Embraer, no montante de 150 milhões de euros.
Por falar em Évora, confirma-se ainda que José Sócrates continua na cadeia, preso por suspeitas de corrupção e outros crimes, cometidos enquanto membro de governos do PS.

Tudo conjugado, concluiu-se que as instituições estão a funcionar.

domingo, 5 de abril de 2015

Mais apoios para Sampaio da Nóvoa

Vasco Lourenço, o conhecido «herói da Guiné», também apoia o candidato presidencial do PS, Sampaio da Nóvoa ... na peugada do Mário Soares.
O «arranjinho» está-se a compor!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sampaio da Nóvoa já ganhou

Mário Soares foi o primeiro político a declarar o seu apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa a Presidente da República portuguesa.

Toda a gente sabe que esta é a candidatura do PS de António Costa, José Sócrates e outros mas as TV’s cumprem instruções do «aparelho» e mantêm-se em fase de «parte gaga», a fingir que o PS ainda não tomou posição.
De qualquer modo, é muito importante este apoio ao socialista Sampaio da Nóvoa.

E se Mário Soares agarrar mais esta causa com a energia, coragem e lucidez que revelou à saída da cadeia de Évora, onde foi apoiar o preso José Sócrates, o socialista Sampaio da Nóvoa bem pode começar a festejar.

segunda-feira, 23 de março de 2015

A narrativa PS dos cofres vazios

Anda por aí espalhada uma grande emoção contra a ousadia da ministra das Finanças do Governo de Portugal, Dra Maria Luis Albuquerque.

A Ministra cometeu o pior dos pecados para o PS: ela encheu os cofres do Estado e disse que «temos os cofres cheios»!
O PS não lhe perdoa, em especial porque a ministra Maria Luis Albuquerque falou mesmo verdade.

Compreende-se o choque socialista.
A «cultura» PS, inaugurada e desenvolvida com José Sócrates, tinha como lema «cofres vazios e cara alegre».

Essa «cultura» fez carreira por cá e alcançou até o objectivo da falência total de Portugal mas, após Paris, com os estudos filosóficos do antigo líder do PS e antigo primeiro ministro, evoluiu para uma «narrativa» mais atraente: «cofres do Estado e bolsos do povo vazios e cofres de Sócrates cheios».
O problema é que esta evolução da «cultura» socialista trouxe José Sócrates com os seus milhões  para dentro da cadeia de Évora e os principais dirigentes socialistas e potenciais membros de um hipotético governo socialista para a porta da cadeia de Évora à espera da hora da visita ao grande líder.

Triste sina a de António Costa que se vê agora condenado a contemplar adorações estranhas e patéticas, depois de tantas esperanças pelos imensos augúrios de brilhante futuro em especial quando era ministro e braço direito de Sócrates!
Ainda por cima com as nuvens, cada vez mais negras, que lhe chegam de Évora onde, pelos vistos, a única expectativa é sobre qual a última ordinarice de rua daquele emplastro, embrulhado em sêbo e basófias, que se diverte a brincar às defesas enquanto Sócrates ganha raízes nas masmorras de Évora.

Pobre Costa, coitado … só lhe faltava agora saber que o Governo do Dr. Pedro Passos Coelho encheu os cofres do Estado que o PS tinha esvaziado há apenas quatro anos!

terça-feira, 17 de março de 2015

Cavaco em campanha eleitoral

Inacreditável.

A SIC diz-me que o Presidente da República portuguesa, Professor Aníbal Cavaco Silva, anda, em Paris, «já em campanha eleitoral» a «repetir» o mesmo discurso.

A jornalista da SIC não diz qual campanha eleitoral nem quando é que um Presidente da República entra em campanha eleitoral.

Eu nem queria acreditar no que estava a ouvir na SIC depois de ter visto o meu Presidente ser recebido pelo Presidente da República francesa, com o maior respeito e em circunstâncias da mais alta dignidade de Estado … mas começo a não me surpreender com o que ouço e vejo na Informação da SIC.

Inacreditável!



quinta-feira, 5 de março de 2015

A confissão de Sócrates

Por esta é que eu não esperava.

Com apenas três meses de cadeia por suspeitas de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, José Sócrates, neste momento preso de delito comum e há muito pouco tempo líder do PS e primeiro ministro do Governo português, não terá resistido aos seus próprios impulsos e apresentou publicamente uma inesperada confissão dos crimes de que é suspeito.
Em carta dirigida a dois jornais nacionais controlados pelo PS, o DN e JN, o preso por corrupção José Sócrates escreveu uma carta em que acusa o Primeiro Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho, de lhe dirigir ataques imorais.

O antigo líder do PS, o preso por suspeitas de fraude fiscal e branqueamento de capitais, José Sócrates, reagia assim a uma intervenção política em que o Dr. Pedro Passos Coelho afirmava categoricamente aos deputados do PSD que ninguém o poderia acusar de ter usado o cargo de Primeiro Ministro para enriquecer, para fazer favores a amigos ou para viver acima das suas possibilidades.
O Dr. Pedro Passos Coelho falou em abstracto e jamais, em qualquer momento, se referiu a quem quer que fosse, muito menos a alguém sem carácter que esteja preso em cadeia por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e de viver acima das suas possibilidades em Portugal ou em Paris, a alguém, enfim, completamente desqualificado sob o ponto de vista moral.

Pedro Passos Coelho nunca referiu ninguém.
Ora, a carta em que José Sócrates toma como dirigidas a si próprio as alegações genéricas e abstractas do Dr. Pedro Passos Coelho só pode ter um significado: por razões patológicas ou não, José Sócrates «foi-se abaixo», já só vê «buracos na sua narrativa» e está a confessar … angustiado e com raiva mas a confessar!

É um dos efeitos possíveis da influência da solidão do cárcere no inconsciente individual e na autodeterminação da culpa!