Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?
Mostrar mensagens com a etiqueta PSP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PSP. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de novembro de 2012

A Insurreição Comunista no Dia da Greve

Não, lamento muito mas, desta vez, não apoio o Presidente da República, o Primeiro Ministro, o Ministro da Administração Interna, o Governo, os partidos do «quadro parlamentar», os «comentaristas» habituais, os Professores de Direito que «lecionam» das TV’s, os canais de Televisão … não apoio ninguém!

Neste caso específico, estou em completo desacordo e, por isso, em oposição à tentação geral para «amaciar as coisas».

É falso que a manifestação organizada pela CGTP/Intersindical/PCP/ Bloco de Esquerda/Televisões nada tenha a ver com a grave desordem pública e ensaio de subversão geral , em frente da Assembleia da República, que a Polícia de Segurança Pública enfrentou e resolveu de forma eficás e exemplar.

Basta ler os cartazes dos manifestantes; ouvir as palavras de ordem; o discurso do membro do comité central do PC e líder da Intersindical, o Lenine «renascido» Arménio Carlos; basta ouvir as declarações de Jerónimo de Sousa, Franscico Louçã e Otelo Saraiva de Carvalho na manifestação e, até, ouvir as palavras do Bispo Católico Januário Torgal à margem da manifestação mas àcerca dela; basta ter na devida conta os berros e os distúrbios provocados pelo estivadores; basta avaliar bem toda a actividade das Televisões na cobertura e promoção da tentativa de revolta … basta tudo isto, e mais alguns detalhes como as mini-concentrações, os seus catazes e «palavras de ordem» em frente ao Palácio de Belém, a «caça» aos ministros, os ataques sistemáticos com petardos explosivos, «cockails molotov» incendiários, pedradas e garrafas de vidro às forças policiais, a destruição de montras, bancos e restaurantes, a destruição total de instrumentos sanitários públicos e vias públicas de comunicação bem como as gravíssimas injúrias públicas ao Presidente da República, ao Governo e, em geral, ao Povo todo e a todas as instituições do Estado, para se perceber que a greve «geral» e a manifestação da CGTP/PC foram planeadas com antecedência, preparadas, organizadas e executadas para acabar como acabaram.

A greve e a manifestação, organizadas e encenadas pela Intersindical/PCP/Bloco de Esquerda/Televisões e a desordem geral posterior constituem um único golpe, uma única acção política coordenada sendo a greve e a manifestação a preparação, a «Introdução» e o brutal ataque às forças policiais em frente da Assembleia da República apenas o «Finale» de uma única «Ópera Bufa»: a «jornada de luta» comunista com vista à insurreição geral!

É tempo de acabar com hipocrisias e confrontar as «forças golpistas», com inteligência e prontidão, com coragem e determinação e sem «preconceitos» de tolerâncias vãs e sem sentido.

Ou essa «gente» quer viver em democracia ou não quer e não poderá andar por aí, à solta … e, para quem não quer viver em demoracia, a Liberdade é apenas um instrumento de agressão, de opressão da maioria – e o Estado tem meios e instalações bastantes para proteger a sociedade e a Liberdade!

Seria bom recordar, seria pedagógico e muito oportuno que as Televisões mostrassem as imagens e os sons da rádio e televisão acerca da preparação, mobilização e da execução do tristemente célebre e degradante «Assalto à Embaixada de Espanha em Lisboa», outrora, nos tempos em que os comunistas ainda pareciam controlar a revolução portuguesa.

Estavam lá todos … e ainda andam todos por aí!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Otelo e o Bispo Januário ... Todos juntos!

Confesso que, além de algumas imagens que vi nas TV’s, não dei pela greve «geral».

Vi, com a maior esperança na ordem social e na recriação de uma sociedade normal, que, finalmente, a Polícia de Segurança Pública decidiu garantir-me segurança e dignidade.

A PSP actuou sobre a marginalidade organizada, mostrou que o Estado português é um Estado de direito e decente e que a sociedade portuguesa não é um bando de criminosos e imbecis inúteis, bêbedos e drogados.

Talvez a PSP tenha aprendido que não vale a pena perder tempo a ser agredida e injuriada – basta-lhe cumprir a sua função essencial e, perante o mais leve indício de desordem pública, impôr, com prontidão e a força necesssária, o respeito e a dignidade que o povo e as instituições merecem.

Reparei, também, que o conhecido ex-chefe de terroristas, Otelo Saraiva de Carvalho, esteve lá, a manifestar-se, a botar discurso para a TV e a mostrar como está mais «gingão» do que quando era um garboso militar e um distinto instrutor da velha guarda do regime salazarista, a Legião Portuguesa.

E vi, como não podia deixar de ser, que o bispo Januário também lá estava a apoiar os grevistas, a reclamar contra a Troika e a propôr o derrube do governo.

Ele estava lá … mas apenas «espiritualmente» - fisicamente (parece) não estava lá porque apenas terá recebido uma equipa de TV, num qualquer jardim … só não sei se representava a Igreja Católica ou se se representava apenas a si próprio, enquanto cidadão (se é que é possível essa dissociação de personalidades, àquele nível hierárquico) apesar do traje da congregação com que se apresentou!

Curiosamente, tal e qual como na tentativa falhada do golpe comunista e contra-golpe efectivo e vitorioso de defesa da democracia em 25 de Novembro de 1975, o PC esteve sempre lá a promover a sublevação … até desaparecer quando as «coisas» começaram a aquecer … e safa-se sempre, a tempo!

Estranhamente, ou talvez não, foi um dia em que não encontrei ninguém a defender os desempregados – pelo contrário, estavam todos excitados com a possibilidade de «apagar» mais uns tantos empregos dos poucos que subsistem à crise … só para «dar força» aos camaradas!

De resto, a mesma música, as mesmas «cantigas», as mesmas bandeiras,as mesmas gentes … tudo na mesma – um dia de Festa!