Até quando?

... o primeiro grande problema é que o PSD precisa de uma OPOSIÇÃO SÉRIA com uma direita coesa e forte mas só encontra alcoviteiras e trailiteiros. Até quando?

sábado, 22 de novembro de 2014

A «novela» da prisão de Sócrates

José Sócrates é suspeito de corrupção e está preso.

Nada de extraordinário a não ser a continuação da saga de António Costa que, nestas directas, todos os dias perde votos e referências políticas para o sistema de Justiça.

Com Sócrates neutralizado, António Costa presidirá a uma liderança decepada.

Mas isso é o menos.

O principal problema é a degradação da investigação criminal que, mais uma vez, se deixou corromper com a tentação das fugas de informação e do espectáculo cinematográfico.

Alguém avisou uma TV portuguesa da operação e do local de execução da acção … como se o funcionamento do Estado fosse «coisa» de simples guião de telenovela!


Isso é que é grave, porque corrói o Estado de Direito e porque a corrupção, que se alimenta de corrupção, não se combate com corrupção. 

domingo, 16 de novembro de 2014

Detido no caso Visto Gold é homem da confiança de António Costa

Ou eu me engano muito ou esta história da alegada corrupção em torno dos vistos gold está já a ditar a última machadada na tralha socratina.

O Director Geral do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Manuel Palos, é um alto quadro da Administração Pública e, pela primeira vez, foi nomeado para estas relevantes funções em 2005 por António Costa, quando o putativo líder do PS e presidente da Câmara Municipal de Lisboa era ministro da Administração Interna, no governo de Sócrates.
O mais importante arguido é, pois, um homem da confiança política de António Costa.

Curiosamente, as TV’s têm procurado esconder esta ligação política do agora detido Manuel Palos com o putativo líder do PS, António Costa, e acentuado a outra ligação política que é a de o agora detido Director da Polícia de Estrangeiros ser directamente dependente do Ministro da Administração Interna actual, Miguel Macedo.
Mas quem o foi buscar pela primeira vez para Director de Policia foi António Costa, ao tempo ministro da Administração de Sócrates, e quem o confirmou mais tarde foi Rui Pereira, também ministro da Administração Interna do governo de Sócrates.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A vingança do PS de António Costa

Já não tenho dúvidas: o PS de António Costa está apostado na sabotagem económica de Portugal.

A questão não é ideológica nem incompetência.
O que move o PS contra a economia nacional e os trabalhadores portugueses é, pura e simplesmente, a vingança mesquinha contra o povo.

Os socialistas não esquecem nem perdoam a humilhação pelo povo que deu a maioria absoluta de votos à coligação PSD/CDS e, em especial, não esquecem a serenidade e sentido de responsabilidade com que o povo tem enfrentado as consequências da bancarrota em que Sócrates deixou o País.
Há dias vimos como António Costa quer dar cabo do turismo de Lisboa criando novos impostos sobre os turistas.

Hoje, um dos mais notáveis ministros de Sócrates, o socialista Vieira da Silva, apareceu na TVI da Dona Constança e do senhor Magalhães a dizer que o PS de António Costa rompe descaradamente o compromisso do velho PS de António Seguro e vai lutar contra a baixa da carga fiscal sobre as empresas.
Isto é, o PS de António Costa quer dar cabo das empresas e travar a criação de emprego e a recuperação económica – é a expressão mais grave da vingança do novo PS contra o povo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Deputada do PS bloqueia combate à corrupção

Já sabemos que os socialistas são gente de grande coragem.

António Costa é isso mesmo.
O putativo líder do PS não teme futuras falências e o aumento de desemprego na restauração e outras indústrias que vivem do turismo – por isso anunciou que vai criar um novo imposto sobre os turistas que entrem e durmam em Lisboa.

É assim mesmo - toma lá mais um imposto ... que entrar em Lisboa não é para todos!

Mas o exemplo mais notório vem da famigerada deputada europeia do PS, Ana Gomes.
Esta deputada socialista, que se fartou de injuriar, caluniar e difamar tudo e todos, perante a «oportunidade» de reafirmar nos tribunais todas as imputações de corrupção que andou a vaporizar por aí, acaba de inviabilizar todas as clarificações ao esconder-se na imunidade parlamentar que a condição de deputada lhe confere.

A deputada do PS encheu-se de coragem na comunicação social onde caluniou e disse livremente tudo o que lhe veio à cabeça sobre a recuperação dos estaleiros navais de Viana do Castelo, onde disse que toda a gente é corrupta, em particular o ministro da Defesa, Aguiar Branco.
O Ministro Aguiar Branco quis esclarecer tudo e queixou-se ao Ministério Público.

O Ministério Público promoveu as diligências necessárias ao prosseguimento do processo-crime.
Mas tudo parou porque a implacável lutadora contra a corrupção não prescinde da sua imunidade parlamentar impedindo, assim, que os Tribunais investiguem e decidem, que esclareçam tudo, que condenem os corruptos ou condenem os difamadores.

Agora, Ana Gomes queixa-se, coitada, de que a quiseram «silenciar» – mas a deputada socialista, autêntica heroína da moral e bons costumes, não diz que ela própria acaba de «silenciar» a Justiça e bloquear o julgamento e condenação dos corruptos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

António Costa disse tudo!

O novo imposto sobre o turismo que o putativo líder socialista, António Costa, quer criar em Lisboa é a mais notória revelação da vocação do PS se, por desgraça nossa, um dia viesse a vencer eleições em Portugal.

Isto é o socialismo do PS no seu melhor, em especial do PS na versão Sócrates/António Costa/Ferro Rodrigues.
Os socialistas festejam, deitam foguetes, música a rodos e baile toda a noite, organizam grandes festas e compram enormes espectáculos, isto é, primeiro gastam sem restrições.

Depois põem os outros a pagar a factura, isto é, aumentam impostos ou criam novos impostos em sectores da economia em expansão – mesmo que isso signifique, para todos, aumento de desemprego e, para todo o País, obstáculo ao crescimento económico e desenvolvimento social.
É um estranho modo de governar que, aliás, com o socialista de referência, José Sócrates, já deu provas eloquentes e lição de mestre: da festa à bancarrota é um simples salto de gafanhoto.

Uma coisa é certa: depois deste acto teatral de António Costa ninguém poderá dizer que não sabia como eles são ou que foi apanhado distraído – António Costa informou sem papas na língua, com objectividade.

domingo, 9 de novembro de 2014

RTP e TVI aboliram o «comunismo»

Vi ontem a RTP e fiquei «passado».

A estação pública de TV, o nosso «serviço público de TV», fez a maior habilidade de que há memória: durante uma longa e exaustiva reportagem comemorativa dos 25 anos da queda do muro de Berlim nunca usou a palavra «comunismo».
O muro seria, talvez, uma qualquer parede em Berlim, construída não se sabe bem por quem e para impedir que os alemães andassem de um lado para o outro.

Eu nem queria acreditar tal era a confusão que circulava em velocidade louca no meu espírito.
Eu pensava que o derrube do muro de Berlim significava a implosão do comunismo e a vitória da democracia e da liberdade.

Hoje, assisti, também estupefacto, a uma reportagem sobre o mesmo tema na TVI da dona Constança e do senhor Magalhães.
Não, nada disso, eu estava enganado, nunca houve comunismo, nem uma única vez a palavra «comunismo» foi usada.

A RTP e a TVI aboliram a palavra «comunismo»!
Vá lá que a SIC também comemorou os 25 anos do derrube do muro de Berlim porém sem ignorar as tensões entre o «socialismo» ou «comunismo» e a «democracia e liberdade».

A SIC chegou mesmo a homenagear, simultaneamente, «as vítimas do  comunismo na Alemanha».

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Os insuspeitos amigalhaços da Troika

As voltas que o mundo dá.

Comunistas e socialistas sempre foram contra a Troika e as suas políticas de austeridade para Portugal.
Obviamente que os socialistas só descobriram esta aversão à Troika depois de a terem trazido para Portugal para nos tirar da bancarrota a que o governo de Sócrates nos conduziu.

Andaram estes pândegos das oposições, nos últimos três anos, a berrar contra a Troika e a amaldiçoar a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e, em especial, o Fundo Monetário Internacional.
Ora, depois de uma guerra sem quartel conduzida pelas oposições, bastou a simples notícia de ligeira divergência entre a Troika e o Governo, sobre políticas orçamentais e défice, para todos eles se renderem à tão amaldiçoada (por eles) Troika das políticas de austeridade.

Nunca se viu tamanha fé como esta dos comunistas e dos socialistas nas previsões da Comissão Europeia, do Banco Europeu e do Fundo Monetário Internacional.
Chega a ser ternurenta a forma enérgica e convicta como os comunistas do Bloco de Esquerda e os socialistas do PS de António Costa defendem agora a infalibilidade das previsões e a credibilidade das instituições troikista europeias e, muito em particular, da toikista universal, o Fundo Monetário Internacional.

E muito mais ternurento tem sido o interesse que as televisões têm revelado pelas previsões da Troika, em especial a TVI da dona Constança e do senhor Magalhães que não consegue encaixar essa «coisa horrorosa» da queda do desemprego para cerca dos 13 por cento.
E tudo isto, toda esta monumental viragem ideológica, só para justificar mais um ataque ao Governo.  

Eles querem é pândega!

PS - Vendo hoje as televisões fico na dúvida sobre se chegou a haver eleições nos Estados Unidos da América.