GOUVEIA E MELO AMEAÇA
PODER POLÍTICO E A ESTABILIDADE
O PRINCIPAL INIMIGO DO GOVERNO
A POLITIQUICE E INTRIGA DO ALMIRANTE
Gouveia e Melo, incendiário contra o Governo da AD, no seguimento das aleivosias do PS, do sindicato do INEM e dos jornalistas repórteres de rua a propósito de uma alegada falha no INEM, perfeitamente explicada pelo presidente desta instituição de emergência. Explicação clara completamente ignorada pelo candidato militar, pelo PS e toda a comunicação social.
"O Estado não pode falhar consistentemente", berra o almirante candidato. "Quem são os responsáveis? Parece que não há responsáveis para nada! Quando não há responsáveis é o poder político que é responsável!"
Tal como o PS, era aqui que Gouveia e Melo queria chegar: responsabilizar o Governo por algo que a administração, através do presidente do INEM explicou devidamente e o candidato militar ignorou intencionalmente.
O candidato assume-se dentro do sistema da oposição partidocrática vulgar, cada vez com mais clareza, como um instrumento da intriga e politiquice dominante na oposição ao Poder político eleito pelo Povo, em complemento da facção mais radical do PS, de feição costista. É um factor de instabilidade política que põe em causa a reforma do Estado e todos os projectos de crescimento e desenvolvimento do País e dos rendimentos dos trabalhadores portugueses.
Como presidente da República, o almirante será o principal inimigo do Governo da AD e da estabilidade e modernização do País evidenciando, ele próprio e o seu aparelho de campanha mais próximo, disposição para rupturas e implantação de projectos políticos pessoais de tendência autoritária e despótica.

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