Afinal, o insigne Presidente do PS, Almeida Santos, tinha toda a razão: construir o aeroporto de Lisboa na outra margem era um disparate devido ao perigo de qualquer bombista rebentar com a ponte sobre o Tejo e, desse modo, isolar o aeroporto da capital, Lisboa, ou vice-versa.
Almeida Santos defendia assim, pelo terror e a ferro e fogo, o aeroporto na Ota.
Claro que os profundos juizos estratégicos de Almeida Santos são doutrina obrigatória no governo Sócrates e no seu «apêndice», o PS.
E é por isso que também o TGV já não começa nem acaba em Lisboa mas no outro lado do Tejo: no Poceirão.
Boa malha.
É assim que se lixam os bombistas: bem podem rebentar a ponte sobre o Tejo que ninguém travará os 300 Km/hora, nos passeios Poceirão/Elvas!?
Alguns alentejanos só estão preocupados é com a sua imagem e o destino das velhas anedotas sobre a lentidão alentejana.
.. E esperam que o TGV avance em «fila indiana» e não «de través» … não vá o diabo do comboio limpar o rebanho todo e matar as ovelhas todas!
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